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09/04 - Janio Macedo, secretário de Educação Básica, pede demissão do MEC
Ilona Becskeházy, consultora na área de educação, assumirá a função com nomeação nos próximos dias no Diário Oficial da União. Janio Macedo (esq.), Abraham Weintraub e Alexandre Lopes (dir.) Divulgação/Luis Fortes/MEC Janio Macedo pediu demissão nesta quinta-feira (9) do cargo de secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC). Ilona Becskeházy assumirá a função, com nomeação nos próximos dias no Diário Oficial da União, de acordo com a pasta. Segundo o MEC, o desligamento ocorreu por "razões pessoais". Macedo esteve no cargo por quase um ano. Ilona Becskeházy é mestre e doutora pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) e pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (FEUSP), respectivamente. Trabalha como consultora na área de educação e contribuiu, segundo o MEC, com um estudo sobre o modelo de ensino de Sobral, no Ceará.
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09/04 - Estados adotam plataformas online e aulas na TV aberta para levar conteúdo a estudantes em meio à pandemia de coronavírus
Avanço nas ferramentas de educação deverá permanecer e complementar a aprendizagem após o fim do isolamento social. Estados adotam plataformas online e aulas na TV aberta para transmitir conteúdo em tempos de pandemia. Annie Spratt/Unsplash A suspensão de aulas para conter o avanço do novo coronavírus levou escolas e professores a se adaptarem e encontrarem formas de manter a aprendizagem dos alunos em tempos de pandemia. Aulas pela TV e internet, já comuns na redes privadas de ensino, estão sendo implementadas também nas redes estaduais – um avanço que deverá permanecer e complementar a aprendizagem após o fim do isolamento social. Um levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) aponta que até esta quarta-feira (8) ao menos 10 estados adotam exclusivamente plataformas online com conteúdo educativo para transmitir aulas neste período. Outros 3 usam as plataformas online e aulas pela TV aberta. Coronavírus faz educação a distância esbarrar no desafio do acesso à internet e da inexperiência dos alunos Em meio ao avanço da pandemia, o governo federal determinou que as instituições de ensino estão isentas de cumprirem o mínimo de dias letivos, mas manteve a carga horária necessária para completar o ano de estudo. Uma das formas de atender esta previsão é adotar a educação a distância, seja pela TV, pela internet, ou ainda adaptando trabalhos escolares escritos para aqueles que não têm acesso à tecnologia. "Não há dúvidas de que haverá perdas na aprendizagem, se comparado ao período normal, sem pandemia. Mas cabe o compromisso a cada secretaria de educação de pensar nesse retorno dos estudantes para resgatar o que foi perdido", afirma Cecilia Motta, presidente do Consed e secretária de educação do Mato Grosso do Sul. "Nada substitui professor com o aluno na sala de aula. Com todo esforço, estamos falando em um momento de exceção e vamos fazer o melhor possível. A tecnologia veio para ficar, não vai parar depois [da pandemia], mas vai ser como um complemento, em reforço no contra turno escolar", afirma Rossieli Soares, ex-ministro da Educação e atual secretário da Educação de SP – o estado decretou férias escolares até o dia 20 de abril, mas já fecha parcerias para ter conteúdo na TV aberta e em plataformas online caso o isolamento seja estendido. Confira abaixo a situação dos estados: Plataformas online Ao menos dez estados adotaram as plataformas online para transmitir as atividades educativas. Bahia Ceará Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso do Sul Pernambuco Piauí Rio de Janeiro Santa Catarina Teleaula na TV aberta Outros 2 estados implementaram exclusivamente as teleaulas, transmitidas pela TV aberta. Nestes estados, as aulas pela TV vão valer como se fossem horas de dias letivos, segundo o Consed. Maranhão Paraná Misto Duas unidades da federação vão adotar aulas via internet e pela TV aberta, segundo o Consed: Amazonas Distrito Federal Pará No Amazonas, as aulas pela TV aberta existem há 13 anos, transmitidas ao vivo diariamente, via satélite, para as comunidades ribeirinhas e rurais. O estado também mantém um centro de mídia com conteúdo em plataformas virtuais. Com a pandemia, o formato foi ampliado. Pela experiência acumulada, o Amazonas está fechando cooperações com outros estados do país para auxiliar na implementação das aulas remotas ou cooperar disponibilizando conteúdo. O termo já foi assinado com o estado de São Paulo e deverá ser fechado com Espírito Santo e Sergipe, segundo a secretaria de educação do Amazonas. Outros estados que buscaram consultoria com o AM foram Santa Catarina, Paraná, Pernambuco e Acre, por exemplo, além do Distrito Federal. São Paulo também estuda um modelo misto após o fim das férias escolares (decretada devido à pandemia). O Consed não informou como os demais estados estão lidando com a suspensão das aulas durante o período de isolamento. Avanço permanecerá após pandemia Para Cecilia Motta, presidente do Consed, o momento será positivo para as escolas repensarem seus processos de ensino. "Ninguém teve tempo de se preparar, mas chegou em um momento em que a gente tinha que reinventar a escola, usando tecnologia que outros países desenvolvidos já estão adotando. Há resistência dos mais antigos em usar a tecnologia, mas estou impressionada em ver grupos de diretores do interior e da capital trocando experiências e passando conteúdos de aula de um para outro. Todos estão colaborando", afirma. Mesmo em São Paulo, que tem a maior rede de educação do Brasil – são 4 milhões de estudantes do ensino fundamental ao médio – as ferramentas tecnológicas não eram usadas no dia a dia das escolas, mas vinham sendo pensadas para entrar na formação dos estudantes a partir do segundo semestre deste ano, de forma experimental, e a partir de 2021, de forma permanente. A pandemia fez com que contratos de parceria e cooperação fossem agilizados, de acordo com o secretário estadual de educação de São Paulo, Rossieli Soares. Empresas privadas estão fechando contrato com o governo para fornecer conteúdo, por exemplo. Outras ajudam a desenvolver plataformas – e o estado pretende arcar com os custos do acesso à internet, tornando as aulas gratuitas para toda a rede. Enquanto os estudantes estão de férias, as plataformas são testadas. Rossieli afirma que a grade é construída a partir do perfil da criança. "Vai ter conteúdo para a educação infantil, mas voltado aos pais, para trabalhar a contação de histórias para crianças. Para o jovem do ensino médio, tem que ser conteúdo engajado: 1h ou 1h30 em frente à TV ou computador, outra 1h ou 1h30 em atividade complementar, para não cansar", avalia. "Nas férias, estamos trabalhando com engajamento – o Enem está mantido, o estado está mantendo aulas de reforço, porque os jovens estão ansiosos para se prepararem para o exame", conta. Aplicativo para aulas a distância na rede estadual de educação já está disponível para alunos de SP VÍDEO Em março, Rossieli Soares deu entrevista ao Bom Dia São Paulo sobre as medidas adotadas na educação devido à pandemia, reveja: Secretário da Educação explica as medidas tomadas para impedir avanço do novo coronavírus PODCAST Initial plugin text
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08/04 - Prefeitura confirma primeira morte por coronavírus em Juiz de Fora
Vítima é José Luiz Rezende Pereira, professor da UFJF e por dois mandatos vice-reitor da instituição. A informação ainda não consta nos boletins do Estado e do Ministério da Saúde Prefeitura de Juiz de Fora Prefeitura de Juiz de Fora/Divulgação A Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora confirmou na manhã desta quarta-feira (8) a primeira morte por coronavírus na cidade. A informação ainda não consta nos boletins do Governo de Minas Gerais e do Ministério da Saúde. A vítima é José Luiz Rezende Pereira, de 70 anos, que era professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e que por dois mandatos foi vice-reitor da instituição, que decretou luto por causa do óbito. (saiba mais abaixo). Professor da UFJF, José Luiz Rezende Pereira, é a primeira vítima do coronavírus em Juiz de Fora Alexandre Dornelas/UFJF De acordo com a Prefeitura, ele estava internado em um hospital na rede particular e morreu na terça-feira (7). Ao G1, o Executivo explicou que o paciente tinha hipertensão arterial e teve exame confirmado para Covid-19. Ainda segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a vítima tinha histórico de viagem nacional exatamente 14 dias antes do início dos sintomas e não foi possível estabelecer o vínculo epidemiológico de transmissão importada ou local. Conforme apuração da reportagem, José Rezende foi cremado na tarde desta quarta no município de Matias Barbosa. Na terça-feira, o G1 mostrou que Juiz de Fora tinha mais de mil casos suspeitos de coronavírus, 49 confirmados e quatro óbitos em investigação de acordo com boletim municipal. UFJF decreta luto A instituição divulgou no final da manhã desta quarta o decreto de luto oficial por três dias pela morte do professor José Luiz Rezende Pereira. Na nota, a instituição destacou que ele pertencia ao quadro da instituição desde 1993, no Departamento de Energia Elétrica, tendo sido vice-reitor da UFJF na gestão do professor Henrique Duque, entre 2006 e 2014. "José Luiz Pereira tinha 70 anos, aposentou-se em 2018, mas permanecia como pesquisador ativo, atuando junto a importantes projetos na área de geração de energia. Era coordenador do Instituto Nacional de Energia Elétrica (Inerge)", informou a nota. O atual reitor, Marcus David, lamentou a morte do professor. “Recebemos a notícia do falecimento do professor José Luiz Rezende Pereira com profundo pesar. Ele foi um nome marcante na história da UFJF, seja como docente, pesquisador e liderança. Também marcou sua trajetória quando vice-reitor. Uma perda enorme para a Universidade e a academia”. Além do reitor, diretos, professores, alunos e ex-alunos divulgaram mensagens nas redes sociais lamentando pela morte do professor. José Luiz Rezende Pereira deixa a esposa e três filhos. Initial plugin text
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08/04 - Para enfrentar quarentena, alunos da Unesp e UFSCar recriam faculdades em realidade virtual
Departamentos, fachadas e ruas são construídos com detalhes no Minecraft. Estudantes de Rio Claro e São Carlos (SP) já participaram até de festas virtuais dentro do jogo. Estudantes reconstroem campus da Unesp de Rio Claro no Minecraft Minecraft/Reprodução Os estudantes da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro (SP), e da Universidade Federal de São Carlos (UFScar), em São Carlos (SP), estão reconstruindo seus campi no Minecraft, um jogo on-line. A ideia surgiu como entretenimento para enfrentar a quarentena. Unesp suspende aulas após avanço do coronavírus UFSCar suspende aulas nos quatro campi Com as aulas suspensas devido a pandemia de Covid-19, o que começou com uma brincadeira virou um projeto sério, em que os alunos têm dedicado horas diárias para reproduzir de maneira fiel as estruturas das faculdades. “É uma diversão bem grande, mas também acaba sendo como se fosse um trabalho, porque temos um objetivo, reconstruir a UFSCar, e estamos levando isso muito a sério. Além disso, por ser difícil, acaba ocupando bastante o tempo”, disse o estudante de Psicologia da UFScar e músico, Pedro Carrara, que está participando da construção. Minecraft UFSCar foi criada no Minecraft por estudantes durante quarentena Minecraft/Reprodução Segundo o estudante de ciências da computação Alcides Mignoso, que ajudou a iniciar o projeto, o Minecraft é um game em que os jogadores exploram um mundo 3D. Há também algumas categorias dentro do jogo e a que os estudantes utilizam é a criativa. “Basicamente, o Minecraft é um jogo onde um jogador, em um mundo virtual, pode interagir com o mapa, como colocar ou quebrar blocos. Nós utilizamos o modo criativo por liberar recursos ilimitados para nós”, afirmou Mignoso. Carrara ainda explica que esses blocos podem ser de diversos materiais, como terra, madeira ou cimento e é com eles que as obras são realizadas. Em outros modos, não seria possível construir os locais, pois o jogador precisaria conquistar os recursos. Construção colaborativa Pedro Carrara e Alcides Mignoso estão construindo o campus da UFSCar em conjunto com outros estudantes Arquivo Pessoal Para os jogadores poderem colaborar, é necessário criar um servidor e compartilhar com os demais interessados no projeto. “O servidor é um recurso que permite que pessoas se conectem à sua rede para jogar no mesmo mundo”, explicou o estudante de Matemática da Unesp Rio Claro, Gabriel Medeiros, que está reconstruindo seu campus. Este servidor precisa estar hospedado em alguma plataforma e, segundo Mignoso, muitos sites oferecem hospedagem gratuita para quem é estudante, o que facilita os projetos. Com isso, diversos alunos conseguem se conectar e colaborar para a reconstrução das faculdades. “O servidor é aberto e qualquer um pode facilmente baixar o jogo e colaborar. Mais de 30 pessoas já chegaram a construir simultaneamente, o pessoal está se dedicando muito”, comentou o estudante de Ciências da Computação. Gabriel e Isabella, em quarentena, reproduzem a Unesp Rio Claro no Minecraft Arquivo pessoal Canais de comunicação também foram criados para quem está reconstruindo a UFSCar. “Estamos utilizando um canal de voz para que os jogadores possam conversar por microfone”, explicou Mignoso. Um grupo de WhatsApp também foi criado para os alunos trocarem experiências e pedir ajuda. “Esses canais são bem úteis, por exemplo, eu posso aparecer e falar ‘hoje vou construir meu departamento, quem quer me ajudar?’, então o pessoal se pronuncia e a gente começa a jogar juntos”, contou Carrara. Fiel à realidade Prédio da Biblioteca Comunitária da UFSCar, onde os alunos costumam estudar Minecraft/Reprodução O objetivo do jogo é chegar o mais próximo da realidade. Para isso, a estudante de Geologia da Unesp Rio Claro, Isabella de Oliveira Franco, contou que os estudantes utilizam diversos meios para relembrarem como são as estruturas do campus. “Está sendo usado de tudo um pouco. Para fazer em escala e traçar os limites, usamos o software Google Earth, em que é possível delimitar polígonos e calcular distâncias. Para decorar e fazer os detalhes, estamos usando nossa memória, consultando os amigos, pedindo fotos e também usando o Google Street View, que ajuda muito”, disse Isabella. Os alunos da UFSCar seguem os mesmos procedimentos e acrescentam que, como passam muito tempo na Universidade, o departamento e outros lugares que mais frequentam acabam ficando fresco na memória. Festas virtuais ‘Palquinho’, na área sul da UFSCar, é frequentado, na realidade, para confraternizações de estudantes Minecraft/Reprodução Apesar do jogo não ser focado na criação de personagens, há alguns recursos que podem ser agregados para realizar essa função, e os estudantes de Rio Claro aproveitaram a oportunidade para participar de festas dentro de outras universidades construídas no mundo virtual. “Cheguei até a participar de uma das festas no Minecraft, não é como uma festa real, mas considerando a criatividade e a infinidade de recursos do jogo, é um modelo diferente e muito divertido”, disse o estudante de Matemática, Gabriel Medeiros. Outros meios também foram utilizados para divertir ainda mais os jogadores, como o programa Skype, onde as pessoas podiam escutar a mesma música durante a confraternização e conversarem por voz. Entusiasmo Lago da UFSCar é reproduzido com blocos no Minecraft Minecraft/Reprodução Os estudantes contam que os resultados estão deixando todos muito animados, além do projeto ajudar a enfrentar o isolamento de uma forma divertida. “Acho que está sendo uma boa forma de passar o tempo em quarentena. Muitas pessoas relataram sentir falta da rotina”, disse Mignoso. “Nos grupos de universidade do Facebook, construir seu campus no Minecraft virou uma verdadeira febre, inúmeras universidades já estão sendo construídas e sem dúvidas está sendo muito divertido ver tanta gente assim com saudades de seus campus”, afirmou Isabella. A estudante também comenta que, além da construção em si ser prazerosa, o Minecraft é um jogo que a sua geração cresceu brincando, então é ‘nostálgico em dobro’. Segundo ela, pelo campus da Unesp Rio Claro ser um dos maiores, o projeto pode durar a quarentena toda e até depois. Veja mais imagens da UFSCar: UFSCar é 'recriada' por estudantes no Minecraft Minecraft/Reprodução UFSCar é 'recriada' por estudantes no Minecraft Minecraft/Reprodução UFSCar é 'recriada' por estudantes no Minecraft Minecraft/Reprodução UFSCar é 'recriada' por estudantes no Minecraft Minecraft/Reprodução Veja mais imagens da Unesp, em Rio Claro: Estudantes 'recriam' campus da Unesp de Rio Claro Minecraft/Reprodução Estudantes 'recriam' campus da Unesp de Rio Claro Minecraft/Reprodução *Sob supervisão de Fernando Bertolini, do G1 São Carlos e Araraquara. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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08/04 - Coronavírus: serviço de orientação da Unicamp recebe 300 ligações em uma semana e alunos da PUC atendem via chat; tire dúvidas
Iniciativa realizada por alunos voluntários dos cursos de medicina e enfermagem busca combater falta de informação e promover maior segurança durante o período da pandemia de Covid-19. Iniciativas de universidades de Campinas ajudam a esclarecer sobre a Covid-19 Alunos voluntários dos cursos de medicina e enfermagem da Unicamp criaram o "Telessaúde", serviço de orientação por telefone sobre o novo coronavírus que já recebeu pelo menos 300 ligações durante uma semana. Já os estudantes da PUC-Campinas usam um chat para tirar dúvidas da população. Segundo os participantes, a iniciativa tem como principal objetivo combater a falta de informação e promover maior segurança em meio à pandemia. Veja abaixo detalhes sobre os atendimentos. MAPA: casos de coronavírus pelo Brasil Coronavírus: veja perguntas e respostas Ligações na Unicamp O estudante de medicina David Cirigussi é um dos participantes inscritos no projeto. Com a paralisação das aulas presenciais na universidade, ele buscou uma forma de ajudar as pessoas de dentro de casa. "O principal papel do Telessaúde aqui é orientar para ver os sintomas. Então a gente tem uma grande procura para falar sobre os sintomas do paciente [...] Também há dúvidas em geral da população: como eu faço para higienizar tal alimento, como eu faço para usar máscara, lavar minha mão, tossir, etc... as mais variadas dúvidas possíveis relacionadas à doença", conta David. Colaborações A coordenadora do curso de graduação em medicina da Unicamp, Joana Fróes Bragança, afirma que o serviço de orientação por telefone foi uma ideia colocada em prática por meio da colaboração de vários departamentos da universidade estadual, como o Centro de Computação, responsável por direcionar as ligações para os celulares dos alunos. "A gente começou esse serviço há uma semana e nós já atendemos mais de 300 pessoas que nos procuraram, a maioria delas apresentava algum sintoma ou algum conhecido, familiar, apresentava sintoma e eles queriam orientações", explica a coordenadora. Para Joana, passar orientações adequadas sobre a transmissão e os cuidados de prevenção é essencial para que o índice de infecção pela Covid-19 diminua e que as pessoas evitem procurar os serviços de saúde caso não haja necessidade. "Não vão sobrecarregar toda a estrutura, que já está cada vez mais sobrecarregada, dos pronto atendimentos e prontos-socorros da nossa região", pontua. Serviço Para entrar em contato com o serviço do Telessaúde, é necessário ligar para o telefone (19) 3521-9130. Os voluntários estão disponíveis de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Joana Fróes Bragança relata que já foram feitos mais de 300 atendimentos: 'queriam orientações' Reprodução EPTV Chat na PUC-Campinas Em paralelo à iniciativa implantada pela Unicamp, estudantes do terceiro ao sexto ano de medicina da PUC-Campinas estão realizando atendimentos virtuais via chat. Além de fazer esclarecimentos, os voluntários prestam auxílio psicológico àqueles que se sentirem sobrecarregados emocionalmente. A professora de psicologia Diana Laloni relata que, com a existência do chat, é possível "formular questões pontuais e importantes" e "aceitar as queixas" das pessoas que procuram o serviço. "Só essa posição já ajuda a pessoa a diminuir um pouco aquele estado de ansiedade que ela traz inicialmente. E você conseguindo diminuir esse estado de ansiedade, muitas vezes você consegue fazer com que essa pessoa pense um pouco mais logicamente, mais racionalmente, sobre tudo aquilo que ela está insistentemente pensando e que ela não acha uma solução", destaca. Para ela, os alunos que se voluntariarem para participar do serviço terão experiências enriquecedoras. "É uma bagagem de aprender a dar soluções em uma situação que parece que não tem solução, nas emergências", ressalta. Diana Laloni crê na importância do apoio psicológico: 'diminuir um pouco aquele estado de ansiedade' Reprodução EPTV Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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06/04 - Dicas para os pais: exercícios e brincadeiras para crianças
Os monitores do Sesc dão dicas para os pais de como entreter e fazer atividades físicas com seus filhos. Muitos pais estão tendo a oportunidade de conviverem mais com seus filhos nesta quarentena, mas é importante ter repertório de brincadeiras para as crianças não caírem no tédio. O G1 pediu para alguns monitores do Sesc São Paulo darem algumas ideias de atividades para serem feitas em casa. Como transformar ambientes pequenos em locais para exercício com crianças? Imersão no inglês: como a quarentena pode servir para jovens ampliarem o estudo do idioma Um dos pontos que os monitores destacaram é a importância das atividades serem divertidas e trabalharem com a criatividade das crianças. Brincadeiras criativas Arquivo Pessoal/ Divulgação/ Luiz Assunção Veja as dicas: Brincadeiras pela casa A educadora de atividades físicas, Paula Raquena, dá algumas dicas de atividades que fazem as crianças se moverem bastante. As atividades, para ela, têm que ter o caráter lúdico, que façam com que as crianças tenham vontade de fazer. Raquena diz que pais também devem se divertir nas atividades. . A educadora sugere dois exercícios. Professora ensina brincadeiras e exercícios para crianças Pai e filhos O educador infanto-juvenil, Antônio Costa, sugere que os pais se envolvam e estejam presentes nos cuidados. Ele indica que os computadore e tvs sejam postos de lado um pouco e que sempre haja conversa entre os pais. Veja as dicas: Educador ensina exercício que pai pode desenvolver para se aproximar de filhos Dicas de brincadeiras A educadora Carla Cardoso sugere que diversos materiais sejam usados para distrair as crianças pequenas. Vale de escorredor de macarrão até penela. Veja: Professora do Sesc indica brincadeiras para as crianças em casa Carla também ensina uma brincadeira que pode ser feita em espaços bem pequenos. Professora do Sesc indica exercícios para as crianças Vídeos: O tema é criança em forma Assistente social ensina brincadeiras para entreter a criançada durante a quarentena Initial plugin text
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06/04 - Unicamp divulga calendário de datas do vestibular 2021 e outras modalidades de ingresso
Inscrições acontecem de 31 de julho a 8 de setembro e a prova da primeira fase será realizada em 22 de novembro. Estudantes durante 2ª fase do vestibular 2020 da Unicamp Antoninho Perri / Unicamp A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou, na manhã desta segunda-feira (6), o calendário de datas do processo seletivo de 2021 da instituição. As inscrições acontecem de 31 de julho a 8 de setembro, e a prova da primeira fase será realizada no dia 22 de novembro. Além disso, também foi divulgado o cronograma das outras modalidades de ingresso - vestibular indígena, Enem e premiados em olimpíadas de conhecimento. [veja abaixo] A universidade ainda informou, em nota, que a segunda fase do vestibular acontece nos dias 10 e 11 de janeiro de 2021. Antes da primeira fase, haverá provas de habilidades específicas para candidatos aos cursos de Música (em setembro e outubro). Para as outras graduações que exigem provas específicas (Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança), os exames ocorrem entre os dias 14 e 16 de janeiro de 2021. A Comvest vai receber os pedidos de isenção da taxa de inscrição, que vale tanto para o Vestibular 2021 como para a modalidade Enem-Unicamp 2021, entre os dias 4 e 22 de maio. As solicitações devem ser realizadas exclusivamente pela internet, na página da comissão. O envio da documentação necessária deve ser feito também pela internet, dentro do mesmo prazo. A isenção se aplica aos seguintes grupos: Candidatos provenientes de famílias de baixa renda (até 1,5 salário mínimo bruto mensal por morador do domicílio) - limitado a 6.680 isenções Funcionários da Unicamp/Funcamp (limitado) Estudantes que se candidatarem aos cursos noturnos de Licenciatura e Tecnologia; Licenciatura em Ciências Biológicas – Noturno; Licenciatura em Letras – Noturno; Licenciatura Integrada em Química / Física – Noturno; Licenciatura em Matemática – Noturno; Licenciatura em Física – Noturno; Licenciatura em Pedagogia – Noturno; Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas – Noturno e Tecnologia em Saneamento Ambiental – Noturno. (limitado) Datas do calendário do Vestibular 2021 da Unicamp Inscrições e pagamento da taxa de inscrição: 31/7 a 8/9/2020. Pagamento até 10/9 Provas de Habilidades Específicas de Música: Etapa I (envio de vídeos) – 14 a 21/9/2020 e Etapa II – 18 e 19/10/2020 1ª fase: 22/11/2020 2ª fase: 10 e 11/1/2021 Provas de Habilidades Específicas: 14 a 16/1/2021 Divulgação da primeira chamada: a definir Matrícula (não presencial) da primeira chamada: a definir Outras modalidades Vestibular Indígena Inscrições: 20 de agosto a 21 de setembro de 2020 Enem-Unicamp Inscrições: 15 de outubro a 16 de novembro de 2020 Vagas Olímpicas Inscrições: 17 de novembro de 2020 a 8 de janeiro de 2021 Vagas Remanescentes (transferências) 24 de agosto a 11 de setembro de 2020 Vestibular 2020 Na edição anterior, a Unicamp contabilizou 72.859 inscritos na disputa por 2.589 oportunidades; e outros 17,3 mil candidatos em busca das 645 vagas oferecidas pelo processo via Enem. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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06/04 - MEC autoriza antecipar formatura em medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia devido à pandemia do coronavírus
Regra vale para instituições federais de ensino. Estudantes deverão ter cumprido ao menos 75% da carga horária de internato médico ou estágio supervisionado; experiência valerá horas para obtenção de registro médico e bônus em provas de residência. Material médico usado por equipes de atendimento à saúde, como estetoscópio CC0 Public Domain/Divulgação Estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia poderão antecipar a formatura neste ano para ajudar a combater a pandemia do novo coronavírus. A portaria com a autorização foi publicada pelo Ministério da Educação (MEC) no Diário Oficial nesta segunda-feira (6). A regra abrange estudantes da rede federal de ensino que tenham completado 75% da carga horária de internato médico ou estágio supervisionado "exclusivamente para atuar nas ações de combate à pandemia do novo coronavírus." A portaria não cita estudantes da rede privada de ensino. De acordo com o texto, as horas de trabalho destes estudantes vão valer para o estágio curricular obrigatório – necessária para obter registro profissional definitivo. Além disso, médicos que aderirem às ações de combate à pandemia terão acréscimo de 10% na nota final para a seleção em programas de residência. Cadastro de estudantes Na semana passada, o MEC abriu um cadastro para que estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuem no combate ao coronavírus. A inscrição poderá ser feita no endereço eletrônico http://sgtes.unasus.gov.br/apoiasus/ . Os selecionados receberão uma bolsa de um salário mínimo, para estágios de 40 horas, e meio salário mínimo, para estágios de 20 horas. Os selecionados vão atuar em estabelecimentos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). Convocação de profissionais da saúde Também na semana passada, o Ministério da Saúde convocou profissionais de 14 categorias da área da saúde para realizar capacitação, em caráter emergencial, para trabalhar pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no combate ao novo coronavírus (Sars-Cov-2). Entre eles, estão médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, profissionais de educação física e veterinários. PODCAST VÍDEO Brasil tem mais de 480 mortes por coronavírus Initial plugin text
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06/04 - Marcus David é nomeado reitor da UFJF
Ato de nomeação foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado nesta segunda-feira (6). Este é o segundo mandato de David ao lado da vice-reitora Girlene Silva. Reitor da UFJF Marcus David explicou providências sobre acórdão do TCU e obras paradas em entrevista coletiva nesta quarta (3) Roberta Oliveira/G1 O professor Marcus Vinícius David foi nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro como reitor na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) para um novo mandato de quatro anos. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (6) e também assinada pelo ministro da Educação Abraham Weintraub. Este é o segundo mandato de Marcus David ao lado da vice-reitora Girlene Alves da Silva. Chapa única A chapa formada por Marcus David e Girlene Alves da Silva foi eleita pela primeira vez na consulta pública concluída em 5 de fevereiro de 2016, com 57,42% dos votos, respeitada a paridade entre docentes, técnico-administrativos e discentes. A nomeação foi assinada em 29 de março e publicada no dia 30 de março do mesmo ano no Diário Oficial da União. Marcus David foi empossado em cerimônia em Brasília em 6 de abril de 2016. Em outubro de 2019, a UFJF realizou a Consulta Pública para definição do reitor. Apenas a chapa de David e Girlene foi inscrita e recebeu 9.416 mil votos válidos. Já em novembro, o Conselho Superior (Consu) da universidade elegeu os integrantes da lista tríplice para reitor da instituição. O documento foi encaminhado para o Ministério da Educação (MEC) para nomeação do novo reitor para o período de 2020 a 2024. A lista foi formada pelos professores da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis, Marcus Vinicius David; do Instituto de Ciências Humanas (ICH), Eduardo Antônio Salomão Condé; e da Faculdade de Serviço Social, Rodrigo de Souza Filho, nesta ordem de indicação. A lista, no entanto, poderia ser vetada pelo presidente Jair Bolsonaro, que tem a prerrogativa indicar outro nome para reitor das universidades federais de todo o Brasil. A escolha de David foi formalizada nesta segunda-feira (6). Marcos David Formado em Economia pela UFJF, em 1988, Marcus David ingressou anos mais tarde, como servidor técnico-administrativo. Em 1997, iniciou carreira como professor na então Faculdade de Economia e Administração (FEA). É mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutor em Administração pela Universidade Federal de Lavras. Na UFJF, Marcus David foi pró-reitor de Administração, pró-reitor de Finanças e Controle, diretor financeiro e ainda presidente do Conselho Diretor da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Fadepe). Desempenhou também as funções de chefe do Departamento de Finanças e Controladoria e Diretor da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis. Atualmente é professor associado do Departamento de Finanças e Controladoria da mesma faculdade. É ainda docente permanente do Programa de Mestrado Profissional de Gestão e Avaliação da Educação Pública da UFJF. Girlene Silva Marcus Davis e Girlene Silva anunciam equipe Alexandre Dornelas/UFJF Girlene Silva iniciou a carreira na UFJF em 1997 como professora auxiliar e atualmente é professora associada do Departamento de Enfermagem Aplicada da Faculdade de Enfermagem. Formada em Enfermagem pela Universidade Federal do Piauí, possui mestrado na escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutorado pela Escola de Enfermagem da USP. Em 2009, fez pós-doutorado no Instituto de Medicina Social da UERJ.
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05/04 - Universidades federais da Zona da Mata e Vertentes adotam medidas orçamentárias para pesquisas da Covid-19
Laboratórios da UFV foram credenciados para realizar testes da doença. Instituições também produzem álcool em gel e máscaras. Veja outras ações. Testes do novo coronavírus serão realizados na Universidade Federal de Viçosa Reprodução/TV Globo Com o avanço do novo coronavírus, as Universidades Federais da Zona da Mata e Campo das Vertentes começaram adotar medidas orçamentárias para realizar pesquisas sobre a Covid-19 e ações para ajudar a sociedade. Para saber quais providências foram tomadas, o G1 entrou em contato com a assessoria da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ). Veja abaixo o posicionamento de cada uma delas. No início do ano, o G1 mostrou que a previsão orçamentária das universidades federais das regiões era menor em 2020. Na ocasião, as instituições informaram que a verba seria utilizada para manutenção e pagamentos dos servidores das instituições de ensino. Instituições Universidade Federal de Viçosa Universidade Federal de Viçosa, UFV UFV/Divulgação Em nota, a UFV informou que não houve modificações no orçamento. "Boa parte das despesas são de caráter continuado, como o pagamento de terceirizados, por exemplo, água, energia, etc. Os possíveis remanejamentos irão aguardar o cenário do país, envolvido na pandemia", explicou a instituição. No dia 7 de fevereiro deste ano, a UFV e o Ministério da Educação, divulgaram que a previsão orçamentária para 2020 na universidade, era de R$ 817.643.658. Em 2019, o valor foi de R$ 916.086.098. A redução no comparativo entre os dois anos foi de 10,75%. Em relação as pesquisas sobre a Covid-19, a UFV informou que vai buscar financiamento junto a empresas privadas e doações, via Fundação Arthur Bernardes (Funarb). Pesquisas e testes da Covid-19 Sobre pesquisas em relação ao novo coronavírus, a UFV explicou que ainda não existe um trabalho específico. "Colocamos à disposição da sociedade, por meio da Prefeitura, Estado e Brasil, toda a infra-estrutura de pesquisa". Nesta semana, seis laboratórios da instituição foram credenciados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) para realizar testes de detecção da Covid-19. A expectativa é de que sejam feitos em torno de 200 testes por dia, liberando os resultados em até 48 horas. Os locais aguardam a chegada dos insumos para iniciar a realização dos trabalhos. Além disso, o doutorando em Física pela UFV, Wesley Cota, desenvolveu uma plataforma, através de um grupo de pesquisa da Universidade de Zaragoza, na Espanha, que mostra dados do coronavírus em diversos países. O mapa pode ser acessado através do link. Ações de combate Em relação as ações de combate, a instituição ressaltou que a "a UFV tem sido fundamental no enfrentamento da Covid-19 não apenas em Viçosa, mas em toda a região". Confira abaixo algumas medidas: Pesquisadores da UFV produzem equipamentos de proteção individual: o grupo confecciona um tipo máscara de proteção - face shield - a partir da utilização de quatro impressoras 3D da universidade, dos departamentos de Física, Arquitetura e Urbanismo, Engenharia Elétrica e Engenharia de Produção e Mecânica; Produção e doação de álcool para os hospitais e unidades de saúde: nos próximos 15 dias, a UFV deverá produzir cerca de três mil litros de álcool líquido 70% para ser usado por pessoas que estão trabalhando nos serviços essenciais da instituição; Treinamento para profissionais de saúde: o Departamento de Medicina e Enfermagem da UFV tem oferecido treinamentos para profissionais de saúde de Viçosa no uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e biossegurança dos hospitais para enfrentamento de doenças causadas por vírus; Empréstimo de respiradores e outros equipamentos médicos: o Hospital Veterinário da UFV e o Agros disponibilizaram equipamentos médicos para serem usados nos hospitais de Viçosa durante a pandemia do novo coronavírus. Os aparelhos serão utilizados para o tratamento de possíveis casos de Covid-19 no município. Impactos Ao G1, o pró-reitor de Ensino da UFV, João Carlos Pereira da Silva, analisou sobre os possíveis consequências da pandemia. "Não temos, no momento, como avaliar precisamente os impactos decorrentes da pandemia pela Covid 19 na medida em que não temos clareza de quanto tempo irá durar a suspensão das atividades. Caberá aos Colegiados Superiores, no momento oportuno, reformular os Calendários Escolares e, se for o caso, proceder à reposição integral dos dias letivos, preservando os interesses institucionais e o padrão de qualidade dos seus cursos". Universidade Federal de Juiz de Fora Campus em Juiz de Fora da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Carlos Mendonça/Prefeitura de Juiz de Fora Apesar da UFJF suspender o calendário acadêmico, a instituição informou que "está sendo utilizada a parte de orçamento de custeio existente e liberada". Também no início do ano, a assessoria divulgou ao G1, que a quantia esperada para 2020 era de R$ 909.970.080. Sobre a quantia investida em pesquisas, a Universidade explicou que está usando o orçamento de custeio para fazer investimentos em uma série de elementos que envolvem o combate ao novo coronavírus. Veja alguns: Compra de testes da Covid-19; Melhoria em laboratório para realização dos testes, produção de álcool gel pela Farmácia Universitária; Disponibilização de insumos já disponíveis em almoxarifado, como EPIs, para o Hospital Universitário (HU) e para os trabalhadores envolvidos na campanha de vacinação contra a gripe (H1N1, H3N2 e influenza B). Em nota, a UFJF afirmou que como o local "passa por um momento de suspensão de atividades presenciais não essenciais, ela tem autonomia para utilizar recursos de custeio para fins emergenciais". Pesquisas Atualmente, a UFJF conta com 35 projetos de pesquisa em desenvolvimento que tratam de pandemias em geral, sendo alguns específicos sobre a Covid-19. Na última semana, o G1 mostrou uma série de pesquisas que são realizadas na instituição, como de pesquisadores que criaram 'Disque Coronavírus' e de criação de viseira de proteção contra a doença. Ações de combate A UFJF tem desenvolvido uma série de ações contra o novo coronavírus. Confira abaixo algumas: Criação de um projeto de suporte para comunidade acadêmica no exterior; Projeto que oferece atendimento psicológico aos profissionais do HU; Produção e distribuição de álcool em gel para serviços de saúde; Pesquisas da UFJF estão auxiliando a prefeitura no combate à pandemia na cidade. Além disso, a equipe de jornalismo da Diretoria de Imagem Institucional está mobilizada no enfrentamento à Covid-19, produzindo conteúdo junto a comunidade acadêmica. Entrevistas e materiais estão reunidos neste link. Impactos Em relação aos impactos, a universidade se pronunciou através de uma nota enviada ao G1. Veja na íntegra. Toda a comunidade acadêmica é impactada. Para os estudantes o primeiro impacto é que, no retorno das atividades presenciais, pode haver um prejuízo temporal, especialmente para os estudantes que estarão em condição de colar grau, pois ainda não se tem um prazo para a retomada das aulas. Por outro lado, apesar da suspensão do calendário, estará garantida aos estudantes a qualidade da formação, seja na manutenção dos 200 dias letivos anuais fixados em lei, seja na retomada das atividades presenciais de ensino, pesquisa, extensão, cultura e inovação que são devidas no currículo. Para professores e técnico-administrativos em educação, a suspensão impacto nas atividades do cotidiano do trabalho que não podem ser feitas presencialmente devido ao contato social. Universidade Federal de São João del Rei Campus Tancredo Neves é uma das três unidades em São João del Rei da UFSJ UFSJ/Divulgação Em nota, a assessoria da UFSJ informou que "não houve remanejamento no orçamento da instituição seguindo os pagamentos dentro da normalidade". Sobre as pesquisas, a instituição explicou que foi lançado um edital de chamamento de iniciativa da comunidade acadêmica para enfrentamento da Covid-19. As inscrições acabaram e as propostas estão em análise. Conforme a UFSJ, assim que as propostas forem aprovadas, será destinado recursos proporcionais aos demandados. Medidas No momento, a UFSJ está produzindo álcool em gel em dois dos seus campi, além de máscaras. Outras ações virão do edital. Impactos A UFSJ informou que está descartada a suspensão do semestre letivo diante do cenário atual. A Universidade também relembrou que em outras ocasiões a instituição já passou por paralisações nas atividades por um período grande e com o trabalho dos servidores docentes e técnicos-administrativos, foi capaz de recompor com qualidade todas as atividades suspensas, não havendo prejuízo para a formação de seus alunos.
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03/04 - Toffoli autoriza MPF a cobrar valores do Fundef que União deve a estados e municípios
Disputa judicial começou em 1999; governo federal argumenta que não cabe ao MP entrar com ações. Presidente do STF diz que verba poderia ajudar a reduzir falhas na educação básica. O presidente do STF, Dias Toffoli, durante discurso na sessão de abertura do ano legislativo no Congresso Will Shutter / Câmara dos Deputados O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, autorizou o Ministério Público Federal (MPF) a cobrar da União o pagamento de verbas complementares do extinto Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). Os valores, não divulgados, são referentes ao período entre 1998 e 2006 e deveriam ter sido pagos a estados e municípios para complementar investimentos no ensino fundamental. O fundo foi precursor do atual Fundeb, que reúne verbas para todo o ensino básico (infantil, fundamental e médio). Toffoli atendeu a um pedido do MPF e derrubou decisão liminar (provisória) do desembargador Fábio Prieto, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). Prieto tinha suspendido os efeitos de um julgamento do TRF-3 que mandou liberar os pagamentos. Essa decisão chegou a ser mantida pela ministra Cármen Lúcia, do STF, em um primeiro momento. O MPF voltou a recorrer e, nas mãos de Toffoli, o quadro se inverteu. Na decisão, o atual presidente do STF afirmou que o Supremo tem entendimento pacificado de que há plena vinculação das verbas do Fundef, exclusivamente, ao uso em educação pública e a nenhum outro fim. O ministro afirmou que é mais razoável permitir a atuação do MPF contra a União do que exigir que todos os beneficiários constituam patronos para a defesa de seus interesses. Segundo o ministro, “a delonga em formalizar-se esse pagamento, inegavelmente gera lesão à ordem pública e administrativa dos credores de tais valores, posto que, por cuidar-se de verba cuja utilização está vinculada à educação pública, poderia ser, desde logo, utilizada para implementar melhorias nesse setor sempre tão carente da Administração Pública, na maioria dos municípios e estados brasileiros", escreveu. “Uma educação falha, de baixa qualidade, é uma das causas do retardo no desenvolvimento do país, desenvolvimento esse que apenas pode ser almejado com a formação de cidadãos aptos ao exercício de seus direitos e à efetiva colaboração para o engrandecimento da nação”, disse. Disputa de décadas A disputa judicial em torno dos valores se arrasta desde 1999, quando o MPF ajuizou uma ação civil pública para cobrar a verba da União. Em 2015, a Justiça Federal e o TRF-3 condenaram a União e determinaram a execução da dívida. A União recorreu, argumentando que nem a Justiça Federal teria competência para julgar o conflito, nem o MPF teria legitimidade para representar os estados e municípios no pedido de execução das dívidas. Foi em cima desse recurso que o desembargador Fábio Prieto suspendeu a cobrança das verbas. A partir daí, os recursos foram levados ao Supremo Tribunal Federal.
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03/04 - Coronavírus: Unesp de Araraquara começa realizar testes para diagnóstico de Covid-19
Cidade tem sete casos confirmados da doença, entre eles, uma morte confirmada de um homem de 81 anos. Unesp de Araraquara começa realizar testes para diagnóstico de Covid-19 A Faculdade de Farmácia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara (SP), começa nesta sexta-feira (3) a realizar os exames para diagnosticar a Covid-19. Na região, são mais 260 casos suspeitos aguardam por exames, enquanto no Brasil são mais de 25 mil. Araraquara tem sete casos confirmados da doença, entre eles, uma morte confirmada de um homem de 81 anos. Até a última atualização, na noite desta quinta-feira (2), são registrados 33 casos suspeitos que aguardam exames, dos quais 13 estão internados. Análises de amostras Cientista chinesa realiza teste para identificar coronavírus em universidade de Pequim Thomas Peter/Reuters A prefeitura informou que entregou na quinta-feira os kits para os testes de coronavírus ao Laboratório de Imunologia Clínica e Biologia Molecular do Departamento de Análises Clínicas da FCL, que fará a análise das amostras de pacientes suspeitos, internados nos hospitais da cidade e no Hospital Regional de Américo Brasiliense. "Com isso, os resultados desses exames serão disponibilizados dentro de um prazo de 24 horas, após a coleta das amostras, o que é extremamente importante no enfrentamento da doença e tratamento dos pacientes”, disse a secretária municipal de Saúde, Eliana Honain. O laboratório da Unesp foi credenciado pelo Ministério da Saúde para a realização dos exames. Além da Unesp de Araraquara, os campi de Botucatu e de São José do Rio Preto também farão os testes para diagnosticar a doença, além de unidades da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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03/04 - MEC abre cadastro para estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuarem no combate ao coronavírus
Selecionados receberão bolsa de até um salário mínimo. MEC convoca estudantes da área da saúde para ajudarem no combate à pandemia do novo coronavírus. Marcos Santos/USP Imagens O Ministério da Educação (MEC) está com o cadastro aberto para que estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia atuem no combate ao coronavírus. A inscrição poderá ser feita no endereço eletrônico http://sgtes.unasus.gov.br/apoiasus/ . Os selecionados receberão uma bolsa de um salário mínimo, para estágios de 40 horas, e meio salário mínimo, para estágios de 20 horas. Os selecionados vão atuar em estabelecimentos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS). O estudante convocado receberá um email e terá até 48 horas para se apresentar no estabelecimento de saúde indicado. Segundo o MEC, "os estudantes também poderão atuar nas áreas de clínica médica, pediatria e saúde coletiva, de acordo com as especificidades de cada curso." Os estudantes de medicina interessados deverão estar cursando o 5º ou 6º ano de curso. O cadastro de alunos de enfermagem, farmácia e fisioterapia está aberto para estudantes do último ano do curso. Segundo o MEC, "a medida tem o objetivo de fortalecer o enfrentamento ao novo coronavírus com o apoio excepcional e temporário dos alunos da área de saúde". Convocação de profissionais da saúde O Ministério da Saúde convocou, nesta quinta-feira (2), profissionais de 14 categorias da área da saúde para realizar capacitação, em caráter emergencial, para trabalhar pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no combate ao novo coronavírus (Sars-Cov-2). Entre eles, estão médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, profissionais de educação física e veterinários. PODCAST VÍDEO Pandemia do novo coronavírus supera um milhão de infectados em todo o mundo Initial plugin text
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02/04 - Coronavírus: UFSCar amplia medidas protetivas para residentes na moradia estudantil
Ações também valem para o campus de Sorocaba. A proteção e segurança de estudantes indígenas também são prioridades. Moradia estudantil da UFSCar Cain Rodrigues/CCS UFSCar A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ampliou seu plano de contingenciamento para enfrentar o novo coronavírus e focou em medidas protetivas para alunos indígenas e residentes nas moradias estudantis dos campi de São Carlos e Sorocaba (SP). As decisões ocorreram durante reunião entre a Reitoria, a Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis (ProACE), a Pró-Reitoria de Administração (ProAd) e os membros do Comitê de Controle e Cuidados ao coronavírus. São Carlos tem 29 casos suspeitos de Covid-19 em isolamento domiciliar, além de outros 26 internados também com suspeita da doença. Dois casos foram confirmados na cidade. Medidas Segundo a assessoria de comunicação da UFSCar, alunos da moradia estudantil terão alta prioridade. As ações para uma cobertura preventiva, assistencial e de vigilância da saúde serão conduzidas pela ProACE, em parceria com o Comitê e com participação ativa dos estudantes. “Reuniões remotas e gravações em vídeos levarão informações sobre as ações relacionadas à Covid-19”, informou a assessoria da UFSCar. Campus da UFSCar em São Carlos Reprodução/EPTV Ainda segundo a assessoria, a universidade está buscando oferecer ajuda de custo para o retorno dos estudantes em vulnerabilidade social para as moradias de origem, especialmente estudantes indígenas. “Também ficou definido que o Departamento de Atenção à Saúde (DeAS) oferecerá o serviço de teleatendimento, encaminhando os casos suspeitos de Covid-10 aos órgãos de saúde do município e/ou do Estado”, disse a assessoria. De acordo com a reitora da UFSCar, Wanda Hoffmann, todos os procedimentos e ações são revisados diariamente. As rotinas de trabalho dos servidores, docentes, técnico-administrativos, estagiários e terceirizados da comunidade estudantil também foram ajustadas. "Esta é uma situação nova para todos. Suspendemos aulas e atividades presenciais até o momento em que pudermos fazer isso com segurança. Devemos sempre priorizar a vida. Este posicionamento é o que sempre nos leva a agir, enquanto instituição", afirmou a reitora. Caso seja necessário atendimento o Departamento de Atenção à Saúde (DeAS) está disponível no (16) 3351-8200, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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02/04 - Laboratórios da UFV em Viçosa e Rio Paranaíba são habilitados pela Funed para realizar testes do coronavírus
Informação foi divulgada nesta quinta-feira (2) pela SES-MG. Locais aguardam a chegada dos insumos para iniciar a realização dos trabalhos. Sede da Universidade Federal de Viçosa (UFV) em Viçosa UFV/Divulgação A Fundação Ezequiel Dias (Funed) autorizou que a Universidade Federal de Viçosa (UFV) comece a realizar teste para detecção do novo coronavírus. A informação foi divulgada desta quinta-feira (2) pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). No dia 23 de março, o G1 mostrou que a instituição havia coloca os laboratórios à disposição do Governo de Minas. De acordo com a Funed, seis laboratórios, sendo cinco no campus de Viçosa, na Zona da Mata, e outro em Rio Paranaíba, no Alto Paranaíba, estão entre os 19 credenciados pelo Estado. Os locais aguardam a chegada dos insumos para iniciar a realização dos testes. Conforme a UFV, a expectativa é de que sejam feitos em torno de 200 testes por dia, liberando os resultados em até 48 horas. O exame autorizado é o RT-PCR em tempo real, no qual é coletada uma amostra de secreção nasal e da garganta do paciente. Equipe A UFV vai realizar as análises das amostras de pacientes com suspeita de coronavírus nos seguintes locais: Laboratório de Vírus, sob coordenação da professora Poliane Alfenas Zerbini (DMB); Laboratório de Ecologia e Evolução de Vírus, coordenado pelo professor Francisco Murilo Zerbini (DFP); Laboratório de Imunobiológicos e Virologia Animal, coordenado pelo professor Abelardo Silva Júnior (DVT); Laboratório de Genética Ecológica e Evolutiva, no campus de Rio Paranaíba, coordenado pelos professores Rubens Pasa, Karine Kavalco e Pedro Ivo Good God. Os pesquisadores esclarecem que a realização dos testes não implica em risco para a UFV uma vez que as coletas de materiais para exames são realizadas por médicos e outros profissionais de saúde nas unidades de atendimento. "Após a coleta, antes de ser transportada para o laboratório, a amostra a ser analisada recebe uma solução que destrói o envelope de lipídeo, inativando o vírus”, explicou o professor Murilo Zerbini. Além dos testes para determinar se pacientes estão infectados, os laboratórios também têm estrutura para realizar o sequenciamento do genoma do coronavírus. "Este trabalho ajuda a elucidar questões relacionadas a dispersão e a evolução desse vírus que podem embasar decisões relacionadas a medidas de contenção da epidemia", informou a professora Poliane Zerbini. Initial plugin text
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02/04 - Aula de curso ou escola suspensa: preciso continuar pagando mensalidade?
Escolas, em geral, estão cobrando normalmente as mensalidades neste período de isolamento e discutindo eventuais reposições de aula ou cancelamento de férias. As escolas estão discutindo a flexibilização do calendário letivo durante a pandemia de coronavírus. A natureza desse serviço permite a reposição de aulas em outros períodos e até mesmo o adiamento ou cancelamento de férias. Por isso, de forma geral, elas estão cobrando normalmente as mensalidades, com muitas escolas inclusive desenvolvendo atividades de ensino à distância nesse período de isolamento e fechamento dos estabelecimentos de ensino. MEC autoriza aulas à distância em cursos presenciais Como montar plano de estudos para as crianças no isolamento Viagens, festas canceladas, troca de produto: mais sobre direitos do consumidor na pandemia O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), explica, porém, que o consumidor pode pedir o cancelamento da matrícula, sem pagamentos de multas, e até reembolso em casos específicos, como cursos de curta duração, que ficarão prejudicados pela suspensão de aulas e com "impossibilidade de continuação pelo aluno em períodos posteriores". Segundo a Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), o direito de suspender o pagamento também vale para os cursos de idiomas e para contratos que não possam ser mantidos como o inicialmente previsto. “A prática mais recomendada, entretanto, é que as partes cheguem a um consenso quanto ao adiamento das atividades ou encerramento antecipado dos contratos. Trata-se de uma situação atípica, na qual todos estão sendo prejudicados sem ter dado causa ao problema", afirma o diretor da Proteste, Henrique Lian. Serviços não usufruídos, como alimentação e aulas extras podem ser abatidos? Ainda que as escolas estejam disponibilizando atividades alternativas online para tentar manter o calendário letivo, os órgãos de defesa do consumidor afirmam que o consumidor pode pedir o abatimento do pagamento de atividades extras e serviços adicionais que não estejam sendo usufruídos como refeição e ensino em período integral. "Você não é obrigado a pagar por uma coisa não está usufruindo", explica o diretor-executivo do Procon São Paulo, Fernando Capez. "Não é justo a escola continuar cobrando a taxa correspondente a refeição servida porque o aluno não vai estar indo lá".
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02/04 - Coronavírus: Unicamp começa testes rápidos com resultados em até 48h para diagnóstico da Covid-19
Testagem desenvolvida pelo Instituto de Biologia já foi realizada com sucesso em dez pessoas. Diagnóstico pela universidade de Campinas é alternativa diante da sobrecarga do Instituto Adolfo Lutz, que acumula 16 mil exames na fila. Unicamp e USP desenvolvem teste rápido e barato para identificar coronavírus A Unicamp, em Campinas (SP), já começou a realizar o teste rápido para diagnóstico do novo coronavírus, com resultados em até 48 horas. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (2), a universidade também informou que dez pessoas do Hospital de Clínicas (HC) realizaram o procedimento com sucesso, e que a média por semana será de 300 testes. A região concentra, até esta manhã, 61 casos confirmados de Covid-19 e duas mortes. Credenciada pelo estado, a Unicamp está em negociação com a Saúde de São Paulo para realizar até 180 mil testes. O HC é referência no combate ao coronavírus. Mais insumos são esperados para a próxima semana, o que elevará a capacidade dos laboratórios. "Esse teste pretende diagnosticar as pessoas internadas aqui e, como a gente já viu dados epidemiológicos, quanto mais testes a gente fizer, maiores serão as nossas chances de conseguir controlar essa pandemia. A nossa ideia é aumentar a quantidade de testes", explica Marcelo Mori, coordenador geral da Força-Tarefa da Unicamp. Os resultados dos dez testes realizados não foram divulgados pelo hospital, que ressaltou que as respostas dessas análises ficaram prontas em menos de 24 horas. Primeiramente, os testes vão atender aos funcionários da Unicamp, profissionais da saúde e, em seguida, pessoas internadas no HC. 02/04: Coletiva de imprensa no HC da Unicamp sobre testes rápidos para diagnóstico da Covid-19. Paulo Gonçalves/EPTV O trabalho faz parte da Força-Tarefa contra a Covid-19 da Unicamp, que segue o "padrão ouro" preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O teste do HC usa amostras de narinas e faringe. O exame foi desenvolvido a partir de amostras do primeiro paciente infectado pelo coronavírus no Brasil pela equipe do Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (LEVE) do Instituto de Biologia (IB). O diagnóstico na universidade estadual é alternativa para reduzir a sobrecarga no Instituto Adolfo Lutz, referência em SP, que acumula 16 mil exames na fila aguardando análise para Covid-19. Em todo o Brasil, ao menos 23 mil testes estão na mesma situação, segundo reportagem do G1 publicada nesta quinta. O número de casos de coronavírus em SP nesta quinta é de 2.981, com 164 mortes confirmadas. Em todo o Brasil já são mais de 7 mil pessoas infectados pela doença, e 252 óbitos. HC da Unicamp começa a realizar testes de diagnóstico de Covid-19. Lícia Mangiavacchi/EPTV Credenciamento junto ao Adolfo Lutz O processo de credenciamento do HC da Unicamp para a realização dos testes para diagnóstico de Covid-19 foi concluído nesta quarta-feira (1). Sendo assim, todo o processo de coleta e análise será realizado pelo HC. Segundo o reitor da universidade, Marcelo Knobel, a negociação com o estado para os 180 mil testes envolve financiamento para bancar os custos dos exames, estimados em R$ 70 cada. A meta é que a Unicamp amplie a capacidade para realizar até 5 mil exames por dia. "Estamos buscando apoio, recebendo doações, e conseguimos encaminhar a compra dos equipamentos. Agora, estamos negociando o financiamento desses exames", disse o reitor. Equipe da Unicamp trabalha no teste rápido para diagnosticar a Covid-19. Liana Coll/Unicamp Outro teste terá resposta em 5 minutos Até maio, a Unicamp pretende concluir um teste ainda mais rápido, com resultados em cinco minutos. Ele é elaborado por pesquisadores em parceria com a USP, inclusive com os cientistas que fizeram o sequenciamento genético do novo coronavírus. A previsão é que ele seja até 50% mais barato que as opções disponíveis no mercado e mais completo. Coronavírus na região de Campinas Campinas - 39 Paulínia - 4 Valinhos - 3 Indaiatuba - 2 Itapira - 2 Americana - 2 Vinhedo - 2 Louveira - 1 Jaguariúna - 1 Hortolândia - 1 Holambra - 1 Mogi Guaçu - 1 Sumaré - 1 Águas de Lindoia - 1 Dicas de prevenção contra o coronavírus Arte/G1 Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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02/04 - Coronavírus: 12ª Olimpíada Nacional em História é adiada e prazo de inscrição é prorrogado
Projeto desenvolvido pelo Departamento de História da Unicamp terá início a partir do segundo semestre. Fase presencial das provas é prevista por comissão organizadora para 2021. Olimpíada de História na Unicamp Assessoria de Imprensa/Olimpíada Nacional em História do Brasil A 12ª Olimpíada Nacional em História, projeto desenvolvido pelo Departamento de História da Unicamp, foi adiada para o segundo semestre, de acordo com a comissão organizadora, em virtude da pandemia do novo coronavírus. Antes do comunicado, as provas online seriam realizadas a partir de maio, mas a nova data para início das avaliações não foi confirmada. A fase presencial será ara 2021. A comissão também confirmou prorrogação do prazo de inscrições: passou de 24 de abril para 31 de maio, com prazo para pagamento do boleto de até 30 dias corridos a partir da emissão. Veja aqui. "A despeito de as fases iniciais da Olimpíada serem online, a interação escolar, o trabalho em equipe e o contato com o professor são imprescindíveis para sua realização. Acompanharemos atentamente o impacto da pandemia em nosso país e, no devido momento, divulgaremos o novo calendário", diz nota. Sobre a Olimpíada de História A Olimpíada Nacional em História do Brasil premia com medalhas os docentes e alunos que têm bons conhecimentos na área. Nas 11 edições anteriores, o torneio recebeu cerca de 70 mil competidores. Podem participar estudantes dos ensinos fundamental (8º e 9º anos) e médio de escolas públicas e particulares de todo país. Os interessados devem formar equipes compostas por um professor de história e três alunos. A competição conta com seis fases online – com duração de uma semana cada –, além da final presencial, que é realizada na Unicamp. Após as seis etapas, pelo menos 200 equipes - o que corresponde a 800 participantes - são classificadas e convocadas para a final presencial. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do evento. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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01/04 - Voluntários da Unesp Araraquara produzem álcool em gel e líquido para doação a hospitais e asilos
Usinas estão fazendo doação de etanol e é necessário mais para que a produção continue. Higienização com o produtos ajuda a evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Unesp de Araraquara produz álcool em gel e líquido Com a ajuda de alunos, professores e pesquisadores voluntários, o Instituto de Química da Unesp de Araraquara está produzindo álcool em gel e em líquido, que está sendo doado para hospitais, postos de saúde e asilos. A higienização com o produtos ajuda a evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Quem quiser doar o etanol para a Unesp deve enviar e-mail para covid19.car@unesp.br . Produção de álcool em gel está abastecendo hospitais e asilos de Araraquara Wilson Aiello/EPTV Produção com voluntários Mesmo sem aulas, a Unesp abriu as portas pra receber os voluntários para a produção, que está sendo feita com a doação de etanol por usinas. “O etanol que chega nós determinamos a graduação alcoólica. Quando necessário acertamos para 70%, que é o ideal para o combate ao coronavírus”, disse o técnico de laboratório Rafael Romano. O etanol com 70% de concentração é misturado a uma substância química para ganhar consistência. São 20 litros de álcool por hora. Unesp de Araraquara está produzindo álcool em gel e líquido para hospitais e asilos Wilson Aiello/EPTV Por causa da pandemia, as equipes se revezam pra evitar aglomeração. “A nossa equipe tem 24 pessoas e nós dividimos em 4 laboratórios, onde trabalham de 3 a 4 pessoas para evitar o contato físico”, explicou a pesquisadora Isabel Coutinho. Nas últimas duas semanas foram produzidos 250 litros do álcool glicerinado e do álcool em gel. “O papel da universidade vem de frente com a prestação de serviço para a comunidade. O Instituto de Química tem competência para produzir o etanol 70% e distribuir para as instituições”, destacou a pesquisadora Silvia Santagnelli. Nas últimas duas semanas foram produzidos 250 litros do álcool glicerinado e do álcool em gel na Unesp de Araraquara Wilson Aiello/EPTV Prefeitura distribui produto O álcool é enviado à Prefeitura de Araraquara, que cuida da distribuição. "Hoje não teríamos condição de comprar pela situação que estamos vivemos, então essa solidariedade é muito gratificante, porque temos de imediato e nós conseguimos usar, porque é um produto essencial para nós”, disse secretário de Desenvolvimento Econômico Damiano Neto. Para essa solidariedade continuar, a ajuda de todos faz diferença. “É muito importante que a gente consiga doações expressivas das usinas. Já tivemos algumas. Precisamos continuar o trabalho, com a doação de etanol e o carbopol. A solidariedade é importante para que a gente produza quantidades expressivas para combater o coronavírus”, disse a vice-diretora do Instituto de Química da Unesp, Dulce Silva. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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01/04 - UFJF prorroga suspensão das atividades presenciais por 30 dias
Informação foi divulgada na tarde desta quarta-feira (1º). Instituição já suspendeu o calendário acadêmico de 2020 por causa do coronavírus. Universidade Federal de Juiz de Fora Rafael Antunes/G1 A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) prorrogou por 30 dias a suspensão das atividades acadêmicas e administrativas nos campi de Juiz de Fora e de Governador Valadares. A informação foi divulgada na tarde desta quarta-feira (1º) e publicada em uma portaria. De acordo com a UFJF, a decisão segue orientação do Comitê de Monitoramento e Orientação de Condutas sobre a Covid-19. O prazo pode ser alterado a qualquer momento. Além da prorrogação da suspensão das atividades, a portaria também dá à Coordenação das Ações de Enfrentamento da Covid-19, a autorização de realizar atividades presenciais, acadêmicas ou administrativas, que sejam necessárias para viabilizar as ações planejadas. No dia 24 de março, o G1 mostrou que a instituição suspendeu o calendário acadêmico 2020 por tempo indeterminado após o avanço do novo coronavírus. Initial plugin text
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01/04 - Coronavírus: Unicamp é 'credenciada' e negocia com estado para realizar até 180 mil testes
Reitor Marcelo Knobel anunciou que alunos podem trancar o semestre sem ônus acadêmico e defendeu o papel do professor no atual momento, com critica a Jair Bolsonaro, a quem definiu como 'um presidente que vive em um universo paralelo'. Pesquisador da Unicamp com frasco contendo o novo coronavírus (Covid-19) Liana Coll/Unicamp O reitor da Unicamp informou em reunião do Conselho Universitário (Consu) ações da universidade de Campinas (SP) no enfrentamento da crise do coronavírus. Além da possibilidade aos alunos de trancarem o semestre sem ônus acadêmico, Marcelo Knobel disse que negocia com o governo de São Paulo a realização de até 180 mil testes para detecção da Covid-19 - o credenciamento do Hospital de Clínicas (HC) junto ao Instituto Adolfo Lutz, da capital, saiu nesta quarta-feira (1º). MAPA: casos de coronavírus pelo Brasil Coronavírus: veja perguntas e respostas "A gente começou hoje a fazer os testes, e em pouco tempo, a gente está negociando com o governo do estado para termos a possibilidade de fazermos 180 mil testes aqui", disse Knobel. Essa negociação com o estado, segundo o reitor, envolve financiamento para bancar os custos dos exames, estimados em R$ 70 cada. A meta, segundo Knobel, é que a Unicamp amplie a capacidade para realizar até 5 mil exames por dia. "Estamos buscando apoio, recebendo doações, e conseguimos encaminhar a compra dos equipamentos. Agora estamos negociando o financiamento desses exames", disse o reitor. O exame, que segue o "padrão ouro" da Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo a Unicamp, foi desenvolvido a partir de amostras do primeiro paciente infectado pelo coronavírus no Brasil pela equipe do Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (LEVE) do Instituto de Biologia (IB). De acordo com a Unicamp, além de pesquisadores do LEVE, o desenvolvimento do teste conta com a colaboração de outros docentes do Instituto de Biologia, da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e pesquisadores do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio). Equipe da Unicamp espera ter o teste para detecção do coronavírus em Campinas nesta quarta-feira Liana Coll/Unicamp Aulas Sobre a paralisação de parte das atividades acadêmicas - a Unicamp foi a primeira universidade do país a suspender as aulas -, e eventuais dificuldades que alguns universitários têm em realizar ou manter os estudos on-line no período, Knobel destacou que a ideia é não prejudicar nenhum estudante. Portanto, anunciou a possibilidade aos que desejarem, de fazer o pedido de trancamento do semestre das disciplinas que estavam cursando desde o começo do ano. Os pedidos devem ser feitos até 15 de julho, sem qualquer ônus acadêmico aos alunos. "Os estudantes que não se sintam à vontade, não queiram, são contra, que não tenham condições socioeconômicas, que não tenham computador, que não tenham condições nas famílias para trabalhar e fazer os trabalhos, eventualmente seguir uma ou duas disciplinas, que possam trancar o semestre sem problema algum." O reitor ressalta ainda que o chamado coeficiente de rendimento (CR) não será computado nesse semestre "para não prejudicar eventualmente no futuro dos estudantes". Marcelo Knobel, reitor da Unicamp Mirela Von Zuben/G1 Criticas ao presidente Em sua fala na reunião do Consu, Knobel reforçou a importância dos estudos que são realizados na Unicamp e em outras instituições, e que esse é o papel das universidades, que não podem parar em um momento crítico apesar de serem atacadas diariamente. E criticou o presidente Jair Bolsonaro ao explicar a situação. "Temos um presidente que vive em um universo paralelo, como outros, que tem uma equipe administrativa, não só no governo federal, onde as universidades públicas atacadas diariamente. Qual nossa resposta? É parar? Qual vai ser a reação da universidade? Vai ser muito mais grave. Tem gente falando em reduzir nossos salários. Para opinião pública, nós vamos estar parados", argumentou. Em outro ponto do discurso, o reitor fala sobre a contribuição dos professores à sociedade diante do momento de crise. E voltou a citar o presidente. "Acreditamos que sendo professores, contribuímos para tornar o mundo melhor, mais justo (...) E são nestes momentos de crise que a gente deve continuar fazendo aquilo que acredita, e da melhor maneira para contribuir com nosso país. Trabalhando para ajudar a esclarecer a população que não podemos ter contato social, que a gente precisa acreditar na ciência, apesar do presidente dizer ao contrário". Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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01/04 - Coronavírus: professora da UFSCar cria guia online com atividades para crianças em quarentena
Material é gratuito e voltado para familiares realizarem com filhos de zero a cinco anos. Pais precisam ser criativos para entreter as crianças em casa Reprodução/TV Anhanguera A professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Mirela Figueiredo criou um guia online com atividades para crianças em quarentena do coronavírus. O material é gratuito e voltado para os familiares realizarem com filhos de zero a cinco anos. O objetivo é tornar o isolamento social favorável ao desenvolvimento físico, cognitivo e emocional de bebês e crianças. A prática também é saudável para o vínculo afetivo com a família, por meio de brincadeiras e atividades em casa. Mirela trabalha no Departamento de Terapia Ocupacional (DTO) e elaborou o manual "Atividades para familiares realizarem com os filhos em casa" em parceria com Ana Luiza Alegretti, sua supervisora do pós-doutoramento realizado, atualmente, na Universidade do Texas em San Antonio (EUA). Atividades para familiares realizarem com os filhos em casa Reprodução Ideia O material foi criado a partir da recomendação de isolamento social, diante da pandemia do coronavírus, para que essa condição de distanciamento possa ser saudável para as famílias brasileiras. Segundo Mirela, a quarentena é necessária, mas não precisa ser de privação e sentimentos negativos. "Podemos usufruir desse momento dentro de nossas casas para autoanálise e para transformar nossas formas de pensar e fazer. O guia oferece sugestões de atividades que os familiares podem realizar com os filhos em casa sem ter um brinquedo ou recurso específico", afirmou a docente da UFSCar. Crianças aprendem brincando com interação dos pais Divulgação Benefícios Além de favorecer a continuidade da estimulação e aprendizagem que as crianças estavam recebendo nas escolas, as práticas também ajudam a entender sobre a atual conjuntura. O guia apresenta atividades indicadas de acordo com cada faixa, por exemplo: De 0 a 1 ano: exercícios voltados ao desenvolvimento neuropsicomotor; como colocar os bebês acordados de barriga para baixo e para cima, conforme detalhado no guia; De 4 a 5 anos: elaboração de um calendário manual que ajude na orientação temporal e na organização da rotina; De 0 a 5 anos: leitura de livros infantis junto com os filhos, em que é possível aprender regras, limites, perdas, além de estimular a imaginação. As histórias também levam a práticas de desenho e encenação; A professora ainda recomenda que se houver dificuldade em segurar as crianças em casa, os pais devem explicar de uma maneira acessível para elas. "É claro que as crianças têm uma capacidade de compreensão diferente dos adolescentes, adultos e idosos. Com criatividade, sensibilidade e conhecendo as diferentes reações dos filhos, os pais devem explicar sobre a doença, sua gravidade e sobre como se prevenir. Só com essas explicações é que as crianças irão aceitar permanecer em casa", disse a docente. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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01/04 - Bolsonaro suspende obrigatoriedade de dias mínimos do ano letivo, mas mantém carga horária em meio à pandemia do coronavírus
Na prática, as instituições de ensino vão ter que cumprir a carga horária mínima em uma quantidade menor de dias letivos. O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira (1º) uma medida provisória que suspende a obrigatoriedade de escolas e universidades cumprirem a quantidade mínima de dias letivos neste ano. No entanto, ele manteve a obrigatoriedade da carga horária mínima. A redução da carga horária vem após a suspensão de aulas para tentar frear a transmissão do novo coronavírus, em meio à pandemia de Covid-19. Na prática, as instituições de ensino vão ter que cumprir as horas de aula em uma quantidade menor de dias letivos. A medida provisória não traz especificações sobre como isso deverá ocorrer. Conselhos estaduais e municipais de educação, ao lado de pais e professores, deverão regulamentar as alternativas, de acordo com a realidade local. Unicef diz que 154 milhões estão sem aulas na América Latina e Caribe devido ao coronavírus e alerta para risco de abandono escolar "Não há uma solução única que sirva para todas as escolas, todas as redes e todas as etapas de educação básica", afirma João Marcelo Borges, diretor de estratégia política no Todos Pela Educação. Ele cita exemplos de redes estaduais que já estão adotando medidas para transmitir o conteúdo aos estudantes, como vídeo-aulas na TV aberta. "Este período sem aulas presenciais será de soluções múltiplas para mitigar os efeitos da suspensão e assegurar a manutenção de vínculo entre alunos e escolas. O Brasil não pode correr o risco de perder alunos devido à evasão escolar", afirma. Atualmente, a legislação determina que a carga horária anual deve ser de pelo menos 800 horas para os ensinos fundamental e médio, distribuídas em pelo menos 200 dias letivos. No caso do ensino superior, o ano letivo mínimo também é de 200 dias. Uma portaria do Ministério da Educação (MEC), publicada em 2019, já permitia que 40% da carga horária de aulas presenciais no ensino superior poderia ser convertida em educação a distância (EAD). "A medida já era prevista, porque já há uma portaria permitindo aulas a distância devido à pandemia, porque já começa a ter um comprometimento de dias letivos. No ensino superior, 40% do conteúdo já era permitido ser em EAD", diz Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp, entidade que representa as mantenedoras de ensino superior. Educação em saúde A medida provisória publicada nesta quarta-feira traz especificações para as aulas em medicina, farmácia, enfermagem e fisioterapia. Os dias letivos poderão ser reduzidos, desde que cumpram: 75% da carga horária do internato do curso de medicina 75% da carga horária do estágio curricular obrigatório dos cursos de enfermagem, farmácia e fisioterapia Desafios de ensino e aprendizagem A situação atual fará com que conselhos e secretarias de educação tenham que definir meios de implementar o ensino em um tempo menor, de acordo com Daniel Cara, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e membro da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Coronavírus faz educação a distância esbarrar no desafio do acesso à internet e da inexperiência dos alunos No ensino a distância (EAD) por computador, é preciso superar o desafio do acesso à internet de qualidade e da autonomia de estudantes, principalmente dos mais novos, em aprenderem sozinhos. Na extensão dos horários de aula, Cara argumenta que haverá o desafio da disponibilidade de salas, já que já limitação de espaço físico. Em relação à atividades complementares, professores, pais e pedagogos terão que desenvolver formas para evitar que as aulas se transformem em simples lições de casa. "É difícil prever quando o isolamento social vai acabar. O Brasil precisa compreender que, embora não seja uma situação de guerra tradicional, estamos em guerra pela vida. Vamos precisar construir compromissos de aprendizagem que sejam factíveis com o país pós-pandemia, que não sabemos se vai até maio, junho julho, ou se será estendido até setembro. Neste caso, mesmo se usarmos feriados e finais de semana, haverá pouco tempo para cumprir a carga horária", afirma Cara. "A situação poderá normatizar a educação a distância, mas isso pode aumentar ainda mais a desigualdade de ensino: famílias mais escolarizadas e preparadas poderão dar apoio aos estudantes, mas as menos escolarizadas, não. Comunidades ribeirinhas, por exemplo, não terão como fazer a educação a distância com instrumentos tecnológicos. A tendência é que se precarize e, nestes casos, vire só lição de casa", avalia. Universidades suspendem aulas virtuais Antes da medida provisória, ao menos três universidades federais do país já haviam suspendido as aulas virtuais – uma delas, a Universidade de Brasília (UnB) suspendeu o semestre letivo inteiro. O objetivo é manter a qualidade do ensino, alegando que nem todos os alunos têm acesso à internet. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) só permite uso de ferramentas digitais neste período de pandemia para as turmas que já faziam uso desta tecnologia anteriormente. Segundo a instituição, nem todos os professores e alunos dispõem de tecnologia e acesso à internet de para implementar a substituição. A universidade também afirma que pessoas com deficiência (PCDs) precisam de recursos que ainda não podem ser oferecidos na EAD. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a situação se repete. Um ofício de 20 de março afirma que a "heterogeneidade do corpo discente da UFMG não permite garantir que todos terão acesso frequente e estável aos recursos computacionais necessários para acompanhamento das atividades." Na UnB, onde foi suspendo o primeiro semestre letivo de 2020, aulas e as avaliações estão paralisadas, mesmo que virtuais. O conteúdo será reposto quando a situação da pandemia melhorar. Ainda não há previsão de retorno das aulas.
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01/04 - Enem em tempos de pandemia: o que muda na preparação dos jovens para a prova de 2020
Com a quarentena, rotina dos candidatos do Enem deve ser mantida, com foco, organização e disciplina. Foco e disciplina são elementos indispensáveis na preparação para as provas do Enem 2020 em tempos de quarentena provocada pela pandemia da Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Arquivo pessoal O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta terça-feira (31), as regras para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Nesta edição, a prova será aplicada nas versões impressa e digital. Em meio à pandemia do coronavírus, o Inep dobrou o número de candidatos que poderão participar da versão digital da prova – agora, serão 100 mil participantes. A escolha é voluntária e deve ser feita no ato da inscrição. Inep divulga regras do Enem 2020 e datas de inscrição; edição terá provas impressas e digitais Enem vai ser 100% digital até 2026, diz Inep As inscrições para as provas impressa e digital ocorrem de 11 a 22 de maio. O edital mantém a data de aplicação da prova impressa divulgada anteriormente: 1º e 8 de novembro.A data do Enem digital também está mantida: será em 11 e 18 de outubro. O que muda? João Pedro Panza, co-fundador e diretor de comunicação do projeto de educação Face Educa, da faculdade de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), diz que esse momento pode ter reflexos positivos no futuro. Panza afirma que criar horários de estudo, fazer revisão e ter momentos de descanso é extremamente importante. "E sempre ressaltando que cada estudante tem sua limitação, não adianta estudar o dia inteiro sem algum tipo de planejamento e sem intervalos de descanso". "Não existe mais um horário de início e término das aulas, a internet facilita muito o estudo, mas é importante não deixar a produtividade cair. A procrastinação, tão citada nas salas dos pré-vestibulares, está mais perto de nós do que nunca" – João Pedro Panza, co-fundador e Diretor de Comunicação do Face Educa da UFMG. O diretor do Cursinho da Poli, Gilberto Alvarez, diz que neste momento de quarentena é importante que o candidato seja organizado e faça uma boa rotina de estudo. "Para além das ansiedades familiares, das preocupações cotidianas e das dúvidas atuais sobre a quarentena e a economia, o candidato deve colocar junto dessas preocupações a necessidade de estudar todos os dias" –Gilberto Alvarez, diretor do Cursinho da Poli. Alvarez recomenda que o estudante divida a sua rotina em três: momento com a familia estudo lazer Rotina de estudo Alvarez recomenda que as rotinas de estudo sejam feitas em um calendário e que ocupem o tempo desde segunda até sexta-feira. Para sábado e domingo, a sugestão é de que sejam dias exclusivos para a família e para o lazer. Para os dias de estudo, é recomendado reservar de 4 a 6 horas, que devem ser dividas entre as disciplinas que são obrigatórias no Enem. O professor sugere que cada disciplina tenha 1 hora de estudo e 10 minutos de intervalo, sem esquecer os horários de almoço, lanche e jantar. "Durante essa uma hora de estudo é importante se concentrar e só se levantar da cadeira na hora dos intervalos". Fellipe Rossi, vice diretor acadêmico do colégio e curso de A a Z, afirma que, para não ficar para trás, os alunos precisam ter foco na disciplina: fazer e seguir a rotina que costumavam ter antes da quarentena. "Por exemplo: se na segunda pela manhã tinha aulas de história e matemática no colégio e à tarde estudava o que aprendeu, vale repetir e fazer a mesma coisa atualmente. O perigo é que alunos possam acumular dúvidas e estudo nesse tempo" – Fellipe Rossi, vice diretor acadêmico do colégio e curso de A a Z. Imagem mostra página do site do Enem Reprodução site do Enem Rotina de lazer e com a família: Alvarez sugere que essa rotina seja programada para conviver com a familia. "Conversar, almoçar, jantar. Ter momentos de conversa é muito importante, porque ajudam a diminuir o estresse e as ansiedades", diz. "Compartilhamos com a família os medos, os dilemas e os conflitos. Nesses momentos de troca é onde o estudante ouve a família e a família ouve o estudante." Para a rotina de lazer, Alvarez recomenda que os estudantes vejam um filme, tenham um momento no celular – não precisa ser o tempo passado necessariamente com a família. As atividades devem ajudar a diminuir a ansiedade. Rossi indica que os candidatos tenha um plano que defina, também, os momentos de distração. Ele diz que os alunos podem sentir dificuldade na gestão e organização do tempo de estudo, tendo que ter mais disciplina e concentração. Segundo ele é preciso, também, controlar o tempo no computador e nas redes sociais, que podem tirar o foco. "Outro fator que pode dificultar o estudo é o fato de que, na quarentena, a família inteira está em casa. Então, a presença de pais e irmãos também pode dificultar o ambiente de estudo". "Outra dica importante é definir horários para distração. Escolher alguns momentos do dia e acessar redes sociais, ler algo ou assistir a um capítulo de série. Ter horário de início e fim, tanto para o estudo quanto para a distração, é o ideal” – Fellipe Rossi, vice diretor acadêmico do colégio e curso de A a Z, UFMG disponibiliza conteúdo online para estudantes se prepararem para o Enem Mudanças nos cursinhos Segundo Rossi, vice-diretor acadêmico do colégio e curso de A a Z, para os cursos e colégios, a maior dificuldade está em transportar a sala de aula para o computador. Mesmo para aqueles que já disponibilizam aulas e conteúdos online, este momento é desafiador, considerando que há um período mais extenso sem aulas presenciais. Gilberto Alvarez afirma que o cursinho da Poli também teve que fazer algumas adaptações e ampliar os serviços on-line. Alvarez cita, por exemplo os cadernos dos estudantes que passaram a estar na plataforma digital, e a ampliação de diversas plataformas de apoio, como uma sala de orientação para ajudar o estudante na sua organização e, também, uma que ensina o aluno a estudar. "A palavra de ordem para professores, monitores e gestores do preparatórios para o Enem é uma só: adaptação. Adaptar para desenvolver novas formas de fazer contato com os alunos, adaptar para aprender a estudar sem um tutor" – João Pedro Panza,co-fundador e Diretor de Comunicação do Face Educa da UFMG. VÍDEOS Sem aulas presenciais, estudantes se reorganizam para prova do Enem Tecnologia ajuda quem não quer parar de estudar durante o período de isolamento Initial plugin text
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01/04 - Macapá é a única cidade no AP que vai receber provas do Enem digital em 2020, diz MEC
Novo método será aplicado a 100 mil candidatos em todo o país; 728 no estado. Rotina de estudos para o Enem 2019 Arquivo pessoal O Ministério da Educação (MEC) lançou o edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 e uma das novidades, além da versão impressa, é a aplicação da prova digital para 100 mil candidatos de todo o país. Macapá é a única cidade do Amapá que vai receber a modalidade. Ao todo 720 candidatos vão fazer o Enem digital no estado. De acordo com o edital, a inscrição para as duas formas de prova acontecem entre 11 e 22 de maio e o estudante poderá optar entre as versões. O preenchimento das 728 vagas será por ordem de inscrição. O taxa para as duas provas será a mesma, mas os dias de aplicação serão diferentes (confira cronograma abaixo). Enem digital é melhor que Enem em papel? Veja o que dizem especialistas Quem quiser participar do Enem 2020, mas faltou à edição de 2019, terá que justificar a ausência de 6 a 17 de abril, mesmo período de solicitação da taxa de inscrição. Cronograma Enem digital Justificativa de ausência no Enem 2019: 6 a 17 de abril Solicitação de isenção da taxa de inscrição: 6 a 17 de abril Divulgação dos resultados: 24 de abril Período de recurso: 27 de abril a 1º de maio Inscrições: 11 a 22 de maio Pagamento da taxa de inscrição: 11 a 28 de maio Solicitação de atendimento especializado: não há previsão no edital Solicitação de tratamento pelo nome social: 25 a 29 de maio Aplicação: 11 e 18 de outubro, segundo o Inep (a instituição afirma que o edital será retificado) Cronograma Enem impresso Justificativa de ausência no Enem 2019: 6 a 17 de abril Solicitação de isenção da taxa de inscrição: 6 a 17 de abril Divulgação dos resultados: 24 de abril Período de recurso: 27 de abril a 1º de maio Inscrições: 11 a 22 de maio Pagamento da taxa de inscrição: 11 a 28 de maio Solicitação de atendimento especializado: 11 a 22 de maio Solicitação de tratamento pelo nome social: 25 a 29 de maio Aplicação: 1º e 8 de novembro Horário: abertura dos portões às 12h; fechamento às 13h; aplicação às 13h30; término das provas do 1º dia: 19h; término das provas do 2º dia: 18h30 Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
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31/03 - Coronavírus: Unesp de Araraquara vai realizar testes para diagnóstico de Covid-19 nos próximos dias
Até o momento, apenas o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, realiza os exames. Há uma fila de 14 mil testes para serem avaliados. Araraquara tem 3 casos confirmados, com uma morte. Faculdade de Farmácia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara Divulgação A Faculdade de Farmácia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Araraquara (SP), será credenciada pelo Ministério da Saúde para a realização de exames para diagnosticar a Covid-19, a partir dos próximos dias. Segundo a secretária de Saúde, Eliana Honain, o objetivo é acelerar a divulgação de resultados. Até o momento, apenas o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, está credenciado para o diagnóstico dos testes recebidos de todo o Estado. Araraquara conta, até agora, com três casos confirmados da doença, registrando a primeira morte. Com isso, restam 28 suspeitas que aguardam laudo Demora De acordo com o Governo do Estado, 14 mil testes estão na fila do Instituto Adolfo Lutz para serem avaliados. Por dia, chegam 1,2 mil, mas apenas 400 resultados são liberados, gerando demora na divulgação de novos dados. 14 mil testes estão na fila do Instituto Adolfo Lutz para serem avaliados Prefeitura de Itupeva/Divulgação “O Adolfo Lutz está com exames parados de todo o Estado de São Paulo. Ele não dá conta, não tem capacidade técnica”, afirmou a secretária de Saúde, Eliana Honain. Com isso, a Secretaria Estadual de Saúde, junto com o Ministério da Saúde, está habilitando novos laboratórios para auxiliar no diagnóstico do coronavírus. Até o final da semana, segundo Eliana, a Unesp de Araraquara será validada. Segundo ainda Eliana, como não há exames suficientes para todos, eles seguirão o mesmo parâmetro, sendo realizados em pacientes internados, devido à necessidade de diagnóstico rápido, e em profissionais da Saúde, que estão na linha de frente. Além da Unesp de Araraquara, os campi de Botucatu e de São José do Rio Preto também farão os testes para diagnosticar a doença, além de unidades da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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31/03 - Multinacional e universidade da região de Piracicaba criam máscaras com impressoras 3D
Material será doado para profissionais de saúde que estarão na linha de frente contra a pandemia do novo coronavírus. Parte dos itens será disponibilizada já neste final de semana. Máscara produzida com impressora 3D da Hyundai, em Piracicaba Divulgação/ Hyundai Uma universidade e uma multinacional da região estão produzindo máscaras com impressoras 3D para auxílio no combate à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Em Capivari (SP), o câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), 200 máscaras estão sendo criada e devem ser doadas até sábado e domingo. Para a produção, além de uma impressora 3D, está sendo utilizada uma máquina de corte a laser, ambas pertencentes ao Espaço Maker do câmpus. A ideia de confeccionar os protetores faciais surgiu dos professores Gustavo Rezende, Alexandre Aguado e Mauro Amorim, que, após pesquisas, chegaram às faceshields, um tipo de máscara que oferece maior proteção ao usuário. O processo de produção consiste basicamente em imprimir o suporte para a cabeça na impressora 3D e cortar o material plástico que fica na frente do equipamento. No momento, as máscaras estão sendo testadas e validadas por engenheiros clínicos e de segurança do trabalho, para que em breve estejam aptas a serem utilizadas por médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem e demais profissionais que atuem diretamente no combate ao Coronavírus. Processo de impressão de máscara por impressora 3D no IFSP de Capivari Divulgação/ IFSP Campanha nas redes sociais Ao pesquisarem sobre as faceshields, os docentes envolvidos no projeto se depararam com um problema: a falta de alguns materiais para a produção das máscaras. A questão foi resolvida com uma campanha nas redes sociais pedindo a doação desses materiais. O professor Gustavo Rezende, coordenador de pesquisa e inovação do câmpus e responsável pela divulgação da iniciativa, conta que a campanha teve bom retorno e mobilizou o empresariado de Capivari, que se disponibilizou a doar os materiais necessários (filamento para impressora 3D, acetato ou PETg para a parte da frente da máscara, saquinhos para embalar, água sanitária e álcool em gel 70 para a esterilização das máscaras). Gustavo explica que, conforme o projeto foi ganhando corpo, outros profissionais e servidores se juntaram na empreitada, cada um com sua expertise: estão colaborando Gustavo Bapstitella, Adriana Morais, Alexandre Azevedo, Roberto Muterle , Gislaine Vieira e Flávio Ferraresi. Segundo ele, mais pessoas se disponibilizaram a ajudar, mas não foi possível envolver todo mundo, já que o trabalho está sendo realizado em regime de escala, adequando-se às indicações dos órgãos de saúde. Um gargalo apontado pelo professor é o fato de a impressora 3D ser lenta, conseguindo produzir apenas duas máscaras a cada quatro horas, o que impede que a produção ganhe escala. Nesse aspecto, ele reforça que se outros câmpus que possuem impressoras a colocarem à disposição, o IFSP conseguirá produzir muito mais equipamentos de proteção individual. Máscara produzida por impressora 3D no IFSP de Capivari Divulgação/ IFSP Da produção de carros à de máscaras Em Piracicaba (SP), um lote de até 100 máscaras faciais de acrílico, não descartáveis, será confeccionado pelas impressoras 3D da fábrica da Hyundai para doação a equipes de saúde da cidade. O equipamento prolonga mais de quatro vezes a durabilidade das máscaras descartáveis, que são usadas em conjunto, protegendo melhor os profissionais de saúde As máquinas já estão sendo aproveitadas para a confecção de um lote de até 100 máscaras de proteção facial total para uso hospitalar. Essas máscaras, em acrílico e não descartáveis, atuam como uma primeira barreira física, aumentando a vida útil das máscaras cirúrgicas ou respiradores descartáveis que são utilizados em conjunto. Com isso, ficam mais bem protegidos olhos, pele, mucosas e vias aéreas dos profissionais de Saúde durante o atendimento aos pacientes. A durabilidade das máscaras descartáveis é prolongada mais de quatro vezes quando estas são usadas em conjunto com a máscara facial de acrílico. O projeto das máscaras de proteção facial que estão sendo impressas pela Hyundai vem de um arquivo aberto (open source), disponibilizado globalmente pela fabricante de impressoras 3D PrusaPrinters, da República Checa. Em rotina normal de produção, a Hyundai usa suas impressoras para para desenvolver protótipos e ferramentas a serem usados na linha de produção, facilitando o trabalho dos operadores. Outras doações A multinacional também anunciou a doação de outros itens para equipes da Saúde, Promoção Social e Guarda Civil de Piracicaba; Oito automóveis já foram disponibilizados para as secretarias da Saúde e de Assistência Social do município 1.150 itens de proteção individual, como óculos, luvas e toucas estão sendo doados ao Centro de Referência de Saúde do Trabalhador (Cerest) Piracicaba para uso das equipes de saúde locais Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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31/03 - UFSCar suspende calendários dos cursos de graduação presenciais por tempo indeterminado
Medida vale para os quatro campi da universidade. Não serão permitidas atividades de ensino a distância (EAD) que tenham a finalidade de reposição de aulas. Campus da UFSCar em São Carlos 2020 Gabrielle Chagas/G1 O Conselho de Graduação (CoG) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) determinou a suspensão dos calendários acadêmicos e administrativos das graduações presenciais durante a situação da epidemia de Covid-19. Com isso, não serão permitidas quaisquer atividades que tenham a finalidade de reposição de aulas e conteúdos, realizadas presencialmente ou à distância. A medida vale para os 4 campi (São Carlos, Araras, Buri e Sorocaba). Com o coronavírus, UFSCar tem mudanças no calendário dos cursos presenciais Exceções Segundo a UFSCar, as atividades que forem feitas durante esse período não serão aproveitadas posteriormente, sob nenhuma hipótese. A Resolução nº 319/2020 que determinou essas medidas prevê algumas exceções, como: Estágios em sistema de teletrabalho ou home office; Estágios dos cursos da área da Saúde em ambiente hospitalar; Práticas a distância sem validade para adiantamento de estudos ou reposição de aulas, mas com validade para a contagem das horas de atividades complementares. O replanejamento dos calendários acadêmicos e administrativos semestrais e anuais será decidido pelo próprio CoG quando for considerado seguro o retorno às atividades presenciais. Bolsas, restaurante e estudantes indígenas Em nota, a UFSCar informou que o pagamento de bolsas de assistência estudantil continua normalmente durante a quarentena. O restaurante universitário fornece kits aos bolsistas e eles são entregues às segundas para evitar aglomeração. Os estudantes que residem nas moradias foram orientados a manter o isolamento domiciliar. A universidade também busca reduzir o número de pessoas por quarto neste período. Além disso, cerca de 180 estudantes indígenas não retornaram para suas comunidades. Até a próxima semana, a universidade dará uma ajuda de custo pra esses estudantes que queiram retornar. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara.
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31/03 - Imersão no inglês: como a quarentena pelo coronavírus pode servir para jovens ampliarem o estudo do idioma
Se divertir e tornar o ambiente propício para a aprendizagem são algumas das formas de imersão em um idioma. Buscar formas divertidas de aprender é uma das sugestões das especialistas ouvidos pelo G1 para que jovens possam "mergulhar" em um idioma durante a quarentena. Além disso, associar a aprendizagem com a convivência com amigos e família também pode tornar a aprendizagem eficiente. Desenho e pintura para crianças: 10 dicas de atividades para fazer em casa na quarentena Como transformar sala e ambientes pequenos em locais para exercício com crianças durante o isolamento? Direcionamento A professora de inglês Fernanda Surian tem um canal que traz dicas sobre diferentes maneira de se envolver com a língua inglesa. Surian acredita que o comprometimento é muito importante para que o aprendizado do idioma seja crescente. Ela considera que há diferentes maneiras de aprender, mas todas precisam de direcionamento. "Caso a pessoa tenha pressa nesse aprendizado, ela precisa buscar um professor. O ideal é conseguir alguém que faça um material desenvolvido especialmente para ela." A professora acredita que para fazer uma imersão é importante tornar o ambiente propício para a aprendizagem. A interação com outras pessoas (presencial ou virtual), também, pode contribuir. "Nesse momento é ideal você vincular tudo que você puder ao convívio porque somos seres sociais. Se você mora com amigos ou com a família, você pode fazer uma sexta-feira a noite aprendendo inglês com um karaokê, por exemplo" – Fernanda Surian, professora de inglês. Veja algumas dicas da professora: Aprender e se divertir: a professora sugere alguns jogos, como a forca, a mímica e a amarelinha, que podem ser feitas por níveis básicos e intermediários. Construir um hábito: Uma das melhores maneiras de construir um hábito é deixá-lo óbvio. Escolha um lugar da sua casa para etiquetar os móveis. Cole nos objetos as palavras em inglês. Essa dinâmica ajuda a ganhar novos vocabulários e a lembrar do inglês no seu cotidiano. Organização: O que você pode fazer para lhe trazer mais organização no dia a dia? A professora sugere uma lista de afazeres com palavras em inglês. Aprender com comida: Quando você for fazer uma refeição, veja o que tem ali e fale em inglês: talheres, ingredientes, prato. Isso ajuda a memorizar as palavras. Caso você não saiba alguma, procure em um dicionário. Karaokê: Que tal cantar em inglês? Escolha a música que você gosta e cante. Pode ser sozinho ou juntando todos que estão na quarentena com você. Aprender com música é muito interessante para desenvolver a pronúncia, a entonação e o vocabulário. Bate-papo: Chamar um amigo para uma conversa online pode ser de grande utilidade para desenvolver a conversação. Comprometimento A professora de língua inglesa, Paula Tiola, também acredita que o comprometimento diário com o idioma contribui bastante com a melhora da capacidade de leitura, fala e compreensão. "O importante ao usar aquilo que te satisfaz para aprender um novo idioma é ter disciplina e entender que, naquele momento, além da diversão, você também está estudando. Não perca o foco. Concentre -se e bons estudos na quarentena" – Paula Tiola, professora de língua inglesa. Rotina: Incorpore a aprendizagem no cotidiano e mantenha uma rotina de pelo menos 30 minutos estudando inglês. Configurações: configure seu computador, celular e aplicativos para o inglês. "Mesmo que no início se sinta um pouco perdido, com o tempo, você se acostuma e torna fácil o manuseio". Plataformas digitais: várias páginas e aplicativos na internet estão disponíveis gratuitamente para ensinar novos idiomas. Nas buscas das redes sociais, com a palavra "inglês", você encontra uma infinidade de professores, muitos com um excelente material. Filmes e séries: para quem gosta de maratonar, essa é uma maneira excelente para aprender. Assista cada episódio 3 vezes: a primeira, com legenda em português; a segunda, com legenda em inglês; e a terceira, sem legenda. Se já se sentir preparado, pule para o passo 2 ou 3. Música: com música é possível praticar o ouvido. Procure a letra de sua música favorita e comece a cantar por aí. Procure também a tradução para aprender novos vocabulários e estruturas gramaticais. Coisas que gosta de fazer: Busque aprender novos vocabulários com o que mais gosta de fazer. Se gosta de jogos, aprenda com eles, se gosta de dança, de filme, de plantas, busque as palavras e linguagens associadas a estas coisas. Vídeos Ensino a distância: educadores dão dicas para manter rotina de estudo Especialistas explicam a importância de aprender inglês na infância Escola bilíngue oferece curso de inglês para moradores de rua no Rio Initial plugin text
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31/03 - Inep divulga regras do Enem 2020 e datas de inscrição; edição terá provas impressas e digitais
É a primeira vez que o exame terá a versão digitalizada – número de participantes que poderão se inscrever nesta modalidade dobrou, segundo o governo. Rotina de estudos para o Enem 2019 Arquivo pessoal O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou nesta terça-feira (31) as regras para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Nesta edição, a prova será aplicada nas versões impressa e digital. As inscrições para as provas impressa e digital ocorrem de 11 a 22 de maio. Em meio às incertezas acerca da pandemia do novo coronavírus, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, escreveu em uma rede social que "Vai ter Enem!" e afirmou que os estudantes devem continuar se preparando para o exame. Esta será a primeira vez que o Enem vai ser aplicado em uma versão digital. A adesão dos candidatos será opcional no ato de inscrição, até um total de 100 mil participantes – o dobro da previsão inicial, de 50 mil pessoas. A estimativa do governo é que, até 2026, o Enem seja 100% digital. Datas das provas mantidas O edital mantém a data de aplicação da prova impressa divulgada anteriormente: 1º e 8 de novembro. A data do Enem digital também está mantida: será em 11 e 18 de outubro. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Inep após questionamento do G1. O edital publicado nesta terça traz outra data e, segundo a instituição, será retificado. Quem quiser participar do Enem 2020, mas faltou à edição de 2019, terá que justificar a ausência de 6 a 17 de abril, mesmo período de solicitação da taxa de inscrição. Enem digital é melhor que Enem em papel? Veja o que dizem especialistas Cronograma Enem digital Justificativa de ausência no Enem 2019: 6 a 17 de abril Solicitação de isenção da taxa de inscrição: 6 a 17 de abril Divulgação dos resultados: 24 de abril Período de recurso: 27 de abril a 1º de maio Inscrições: 11 a 22 de maio Pagamento da taxa de inscrição: 11 a 28 de maio Solicitação de atendimento especializado: não há previsão no edital Solicitação de tratamento pelo nome social: 25 a 29 de maio Aplicação: 11 e 18 de outubro, segundo o Inep (a instituição afirma que o edital será retificado) Cronograma Enem impresso Justificativa de ausência no Enem 2019: 6 a 17 de abril Solicitação de isenção da taxa de inscrição: 6 a 17 de abril Divulgação dos resultados: 24 de abril Período de recurso: 27 de abril a 1º de maio Inscrições: 11 a 22 de maio Pagamento da taxa de inscrição: 11 a 28 de maio Solicitação de atendimento especializado: 11 a 22 de maio Solicitação de tratamento pelo nome social: 25 a 29 de maio Aplicação: 1º e 8 de novembro Horário: abertura dos portões às 12h; fechamento às 13h; aplicação às 13h30; término das provas do 1º dia: 19h; término das provas do 2º dia: 18h30 REVEJA O CONTEÚDO SOBRE O ENEM 2019: Initial plugin text
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31/03 - China adia provas de acesso às universidades devido ao coronavírus
Quase 10 milhões de estudantes fazem anualmente o "gaokao", o exame de aceso às universidades; numericamente é a maior prova do mundo 30 de março - Alunos são vistos em uma sala de aula do ensino médio no retorno após o término do período de isolamento devido ao surto de coronavírus em Huaian, na província de Jiangsu, no leste da China AFP A China anunciou nesta terça-feira (31) que as provas de acesso às universidades devem acontecer no início de julho, um mês mais tarde que o previsto, devido à epidemia do novo coronavírus. Quase 10 milhões de estudantes fazem anualmente o "gaokao", o exame de aceso às universidades. Numericamente é a maior prova do mundo. Os candidatos com as melhores notas conseguem entrar nas universidades de maior prestígio. Foto de arquivo mostra ônibus que leva estudantes para fazer o vestibular, ou 'gaokao', em uma escola de Liu'an, na China. Reuters/Arquivo O fato de os exames serem realizados nos dias 7 e 8 de julho mostra que a situação da saúde na China volta gradualmente ao normal. Todos os centros de ensino, no entanto, estão fechados desde o início da epidemia em janeiro e apenas alguns voltaram às atividades. De acordo com o ministério da Educação, a província de Hubei, no centro do país, berço do novo coronavírus, e Pequim podem organizar os exames um pouco mais tarde, em função do cenário. A pandemia infectou mais de 81,5 mil pessoas na China, segundo o balanço oficial, e provocou 3,3 mil mortes. Initial plugin text
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30/03 - Mães sobrecarregadas, jovens ainda nas ruas: os desafios da quarentena para crianças em regiões carentes
Diante do avanço do novo coronavírus no Brasil, tendo São Paulo como foco principal do contágio, famílias de todos os níveis de renda têm vivido as dificuldades de conciliar o teletrabalho e os cuidados com as crianças e a casa. Crianças brincando ao ar livre. Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr O grupo de WhatsApp das mães dos alunos da professora Kátia dos Santos está mais agitado do que de costume. Desde o início da quarentena pelo coronavírus na cidade de São Paulo, a professora de educação infantil da rede municipal paulistana tem tentado ajudar informalmente as mães a entreter e desenvolver atividades com os pequenos - a turma de Katia tem entre 5 e 6 anos. "A maioria mora em prédios com apartamentos bem pequenos. Então as mães estão enlouquecidas" por ficar confinadas com as crianças, conta Santos, professora no bairro de Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo. "Tenho mãe que tem dez filhos. É complicado. Os alunos estão bem conscientes quanto à higiene e à importância de lavar as mãos. Mas estão passando muito tempo dentro de ambientes muito pequenos. E são crianças muito ativas, acostumadas a irem todos os dias ao parque da escola." Jéssica Souza Silva Aquino, 22, é uma das mães que têm buscado apoio no grupo de WhatsApp para ocupar os dias de Rafael, 5, e Isabelle, 4, em seu apartamento de dois cômodos. "Estamos todos nos adaptando. A Katia tem ajudado muito, mandando dicas de brincadeiras. Há pouco fizemos massinha caseira, de farinha de trigo. A gente fica dividido entre a preocupação com o vírus e querer voltar logo para a rotina", conta. Entre filmes, videogames, legos e brincadeiras na cozinha, Fabiola Oliveira Davi, 33, também tenta manter ativo Nicollas, 5, "que tem uma energia que não acaba nunca". A família (que inclui o marido e um bebê de 9 meses) não estava acostumada a passar tanto tempo dentro do apartamento no conjunto habitacional. "Está apertado, porque geralmente nós quatro só ficávamos aqui todos juntos durante a noite", conta. Jéssica está se esforçando para entreter e manter seguros Rafael, 5, e Isabelle, 4, durante a quarentena Jéssica Souza/ Arquivo pessoal Diante do avanço do novo coronavírus no Brasil, tendo São Paulo como foco principal do contágio, famílias de todos os níveis de renda têm vivido as dificuldades de conciliar o teletrabalho e os cuidados com as crianças e a casa. Mas a situação se agrava em regiões mais carentes e periféricas, onde - em um momento em que as escolas estão fechadas - não há a mesma estrutura ou espaço para educar e entreter os pequenos e manter o isolamento social recomendado pelos especialistas. Há ainda outras duas preocupações urgentes: primeiro, com a crescente insegurança financeira nessas regiões; segundo, com o fato de que a conscientização sobre o isolamento social parece não ter chegado a todos, particularmente aos adolescentes. "Ainda vejo muita gente nas ruas, indo a bailes ou fazendo festas em casa", diz Katia dos Santos, que mora perto do terminal de ônibus de Cidade Tiradentes. "Meus vizinhos fizeram uma festa que durou dois dias. Tem muitos adolescentes que acham que a doença afeta só os idosos. Só que é muito comum aqui ter idoso morando junto com a família." 'Estar em casa pode ser muito difícil' Professor do Fundamental 1 e 2 e morador do Campo Limpo (zona sul de São Paulo) na rede pública, Daniel Machado de Oliveira também tem visto muitos jovens circulando nas ruas de seu bairro. "Pelo Facebook, vejo que uma parcela dos meus alunos está em quarentena e outra parcela está escorregando (no isolamento). Está falando do coronavírus, mas indo a baile à noite", conta. Para os adolescentes de regiões mais periféricas, diz Oliveira, "é de costume estar na rua e nem sempre tem muito diálogo em casa. Muita gente de comunidade vive em espaço minúsculo. É do cotidiano não ter (muita opção de) lazer, então ele sai e vai para baile funk. Falando com base nos problemas que escuto no dia a dia deles, estar em casa pode ser muito difícil. Às vezes tem violência, pai preso, falta de dinheiro e de estrutura." As estatísticas brasileiras também ajudam a explicar por que o confinamento é muito mais desafiador para crianças e adolescentes em regiões carentes. Das 18,4 milhões de crianças que o Brasil tinha em 2017, 41,3% moravam em lares com ao menos uma inadequação de saneamento - seja ausência de esgoto, abastecimento de água ou coleta de lixo, segundo dados levantados em outubro passado pelo economista Naercio Menezes Filho, do Insper, para a BBC News Brasil. Quase um quarto das casas dessas crianças tinha ao menos uma inadequação de moradia, ou seja, sem banheiro próprio, paredes de materiais não resistentes, adensamento excessivo (mais de três pessoas dividindo cada dormitório) ou custos de aluguel que não cabiam no bolso da família. Em São Paulo, maior cidade do país, alguns dos bairros mais carentes chegam a ter de 25% a 50% de sua população morando em favelas, segundo dados compilados em 2019 pela Rede Nossa São Paulo. Os mais jovens, em particular, têm dificuldade em ficar em casa em ambientes que podem ser "opressores", diz Daniel Cara, professor da Faculdade de Educação da USP e membro da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação. "Tomando as precauções sanitárias, eu estive com educadores do Jardim São Luiz (um dos bairros mais carentes da zona sul paulistana) e vi as pessoas circulando nas ruas. O comércio foi reduzido, mas não é uma situação de isolamento", conta Cara. "As casas não têm internet de banda larga, e às vezes o pacote de dados de internet é dividido entre vizinhos. E muitos jovens estão convictos do que disse (o presidente) Jair Bolsonaro, de que não vai acontecer nada com eles se pegarem o vírus. O discurso do Bolsonaro (contrariando autoridades de saúde e criticando o isolamento social) acabou sendo conveniente para esses jovens." O que mais o assusta, diz Cara, é ver aumentar a escassez de dinheiro em regiões onde o desemprego e a informalidade já eram altos e a renda, mais baixa que a média da cidade. Jéssica Aquino, de Cidade Tiradentes, mantém o bom humor e a disposição para brincar com os filhos e protegê-los da pandemia, mas está receosa quanto à renda da família em meio à quarentena. Passando o dia inteiro com as crianças no apartamento, ela vê os gastos com luz, água e alimentação aumentarem, em um momento em que o orçamento já estava apertado. Ela trabalha como operadora de telemarketing (está licenciada durante a quarentena) e seu marido segue trabalhando durante o isolamento, mas sem registro em carteira. "Ainda não sabemos como vai ser no mês que vem", conta. Renda e merenda Os professores Daniel Oliveira e Katia Santos demonstram preocupação também com outra parcela de seus estudantes: os que podem ser mais duramente afetados pela ausência da merenda durante o período sem aulas. Santos diz que alguns alunos "vão sentir muita falta da merenda, porque vão para a escola para se alimentar". Para Daniel Cara, o temor é que, em casos extremos, o "esgotamento da renda aumente os conflitos sociais". Os efeitos disso podem se refletir particularmente nas crianças e adolescentes, mais suscetíveis ao estresse tóxico causado pelas tensões. "O estresse tóxico é um problema que independe de classes sociais, mas em uma família de classe média, a casa tende a ser maior e a estrutura de apoio, também. Entre a população de baixa renda a situação é pior." Em caráter emergencial, o governo do Estado de São Paulo anunciou na quarta-feira (25) que vai dar, a partir de abril, R$ 55 para cerca de 700 mil estudantes (20% do total) matriculados na rede estadual que estejam em situação de extrema pobreza. O dinheiro é para ser usado para a compra de alimentos enquanto as aulas estiverem suspensas. Pelo Twitter, o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, afirmou que, a partir de 21 de abril, os alunos da rede terão aulas à distância, com professores ensinando em estúdios e os estudantes acompanhando em casa. Na rede municipal, assim como na estadual, houve adiantamento das férias escolares para o período da quarentena. Segundo a assessoria da Secretaria Municipal de Educação, estão sendo estudadas medidas para oferecer atividades aos alunos a partir de 9 de abril, caso a quarentena se mantenha, e também para ofertar vale-alimentação às crianças. Em âmbito nacional, o Plenário da Câmara dos aprovou na quarta-feira (26) um projeto de lei que prevê a distribuição dos alimentos da merenda às famílias de estudantes que tiveram aulas suspensas na rede pública. O texto agora vai ao Senado. Para Priscila Cruz, presidente-executiva do movimento Todos Pela Educação, a reação dos órgãos públicos de educação foi lenta ao coronavírus, deixando muitas crianças e adolescentes e seus pais sem orientação ou sem ter o que fazer em casa nos primeiros dias ou semanas de recesso. Considerando que grande parte dos alunos não terá banda larga em casa para acompanhar aulas virtuais, Cruz acha que a estratégia adequada agora é as secretarias de Educação se organizarem para reforçar o ensino quando as aulas presenciais puderem ser retomadas. "Para cumprir as 800 horas de aula obrigatórias, teremos alunos que precisarão de aulas em tempo integral, e deverá ser feita uma busca ativa de alunos que vão acabar não voltando para a escola, porque vão sentir que perderam o ano ou porque vão precisar trabalhar para ajudar os pais em tempos de crise econômica", diz à BBC News Brasil. "O melhor agora é as secretarias se estruturarem para garantir o cumprimento do currículo na volta às aulas, viabilizar o ensino integral e minimizar as consequências educacionais (da quarentena). Apostando que as aulas voltem em agosto, as escolas terão que fazer um ano em um semestre." Manter a rotina Ao contrário de muitas favelas de SP, Paraisópolis não fica na periferia, mas ao lado de áreas consideradas nobres BBC NEWS BRASIL Instituições particulares que atendem jovens de periferia também estão preocupadas em manter a rotina dos estudantes durante a quarentena e a suspensão das escolas. A escola Alef Peretz, que mantém uma unidade dentro do clube Hebraica, no bairro nobre do Jardim Paulistano, e outra na favela de Paraisópolis, começou, no dia 23, a dar aulas virtuais para os alunos de ensino médio de ambas as unidades. Para os cem alunos da unidade de Paraisópolis, foi criada uma estrutura especial: um doador ofereceu tablet com teclados e chips de internet para que os estudantes pudessem acompanhar as aulas. "É uma situação delicada, não é fácil, porque muitos moram em casas muito pequenas, com idosos junto às famílias. Neste momento, é muito importante manter a rotina e ocupar a mente com provas, em vez de com coronavírus", diz Marcelo Davidovici, presidente da instituição. Ele afirma que os alunos estão "felizes em estudar". Na turma que se formou no ano passado, muitos conseguiram vagas em universidades públicas, motivando os que cursam os anos seguintes. "São estudantes que veem a escola como uma chance de mudança social. Temos lá em Paraisópolis mentes tão brilhantes como em qualquer outro lugar do mundo", conclui Davidovici. Angústias Nas proximidades da represa Guarapiranga, no extremo sul de São Paulo, o professor Edney Bonfim perguntou pela internet a seus alunos da rede pública, a pedido da BBC News Brasil, como estão encarando o pedido de confinamento e a ausência de aulas. Muitos contam já sentir saudades da escola, dos colegas e dos professores. Eles dizem estar se esforçando para se manter em casa e cumprir a quarentena, saindo só quando estritamente necessário. Se entretêm com videogames, maratonas de séries e atividades domésticas. Alguns se queixam de estarem confinados em espaços pequenos, mas a maioria diz entender a importância em se isolar para proteger-se a si e aos demais da covid-19. No outro extremo da capital, em Cidade Tiradentes, Katia Santos acha que seus pequenos alunos de 5 e 6 anos também estão bem conscientes sobre os cuidados com a saúde, mas se angustia com a incerteza do momento atual para crianças ainda tão pequenas e pede notícias constantemente às famílias via WhatsApp. "É difícil até para adultos manter uma rotina agora. Quanto tempo a gente vai ficar longe delas (crianças)? Na educação infantil, é difícil fazer coisas online, porque o foco na educação é o brincar. Como vamos saber se eles estão se desenvolvendo?" Infectologista dá dicas de cuidados com as crianças para evitar o coronavírus Coronavírus: como lavar as mãos da forma ideal? Initial plugin text
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30/03 - Coronavírus: cursinho pré-Enem da UFMG tem atividades online durante isolamento social
Face Educa é um projeto de extensão da Faculdade de Ciências Econômicas. UFMG disponibiliza conteúdo online para estudantes se prepararem para o Enem Faculdade de Ciências ECampus Pampulha da UFMG Foca Lisboa/UFMG/Divulgação O cursinho pré-Enem da Faculdade de Ciências Econômicas (Face), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), vai oferecer atividades online durante o período de isolamento social. A partir desta segunda-feira (30), serão disponibilizadas videoaulas e aulas ao vivo no canal do YouTube do Face Educa, que é um projeto de extensão da universidade. De acordo com a UFMG, 50 alunos estavam matriculados no cursinho popular. Estes estudantes serão acompanhados por monitorias online, através de aplicativos de mensagens ou e-mail. Todas as atividades são gratuitas. Mais informações estão no site da Face e no canal oficial do Instagram.
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28/03 - STF arquiva interpelação após Weintraub explicar fala sobre maconha em universidades
Ministro da Educação respondeu ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal. Segundo ele, declarações eram genéricas e não tinham alvo específico. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de ação apresentada por dez deputados estaduais da Bahia na qual pediam que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, desse explicações sobre a afirmação de que universidades federais têm plantações de maconha. Na ação, os parlamentares questionaram, por meio de interpelação judicial apresentada ao STF, manifestações do ministro publicadas em jornal e sites. A interpelação serve para que uma autoridade explique se a fala foi ou não ofensiva. Diante da resposta, cabe ao interessado decidir se apresenta ou não ação por injúria, calúnia ou danos morais. Depois de apresentada a ação, o ministro Ricardo Lewandowski perguntou se Weintraub queria dar explicações. No último dia 20 de março, o ministro respondeu que as afirmações foram "genéricas" e sem intenção de atingir uma pessoa específica. Ele afirmou ter usado do direito fundamental de livre manifestação de pensamento. Nesta sexta-feira, Lewandowski arquivou o caso nesta sexta-feira (27) por considerar que, com a resposta, o processo está encerrado. Na ação, os deputados afirmaram que o ministro "teria afirmado dentre outras coisas, que universidades federais escondem plantações extensivas de maconha". G1 em 1 Minuto: Weintraub reafirma na Câmara que há produção de drogas em universidades Em dezembro, após convocação, Weintraub compareceu à Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para prestar esclarecimentos e reafirmou as declarações. A Advocacia Geral da União (AGU), que respondeu em nome de Weintraub, disse que "nem o sentido literal das declarações nem o seu contexto permitem a interpretação de que o interpelado se referisse a alguma comunidade acadêmica determinada ou concretamente determinável". "Na verdade, a entrevista do senhor Ministro da Educação apenas repercutiu fatos dos quais o interpelado tomou conhecimento através da imprensa, não sendo este o autor ou o responsável pela divulgação do conteúdo da fala contestada pelos interpelantes", afirmou a AGU. A AGU disse ainda que a fala do ministro está respaldada "no direito fundamental de livre manifestação do pensamento, conforme prevê artigo 5º, IV, da Constituição".
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28/03 - Unicamp abre inscrições para bolsas de iniciação científica e tecnológica; veja como participar
Interessados devem se cadastrar entre os dias 1º e 27 de abril. Processo é eletrônico. Imagem área do campus da Unicamp Perri/ Unicamp A Unicamp abre nesta quarta-feira (1) o período de inscrições para o processo seletivo de bolsas de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC/ PIBITI). O programa permite aos alunos de graduação a oportunidade de aprimorar a formação acadêmica, por meio da participação em projetos de pesquisa com concessão de bolsas ou de maneira voluntária. O processo é eletrônico e segue até 27 de abril. Clique e veja o edital na íntegra Os interessados devem fazer a inscrição no site da Pró-Reitoria de Pesquisa. No ato da inscrição, candidato deve optar por uma das seguintes modalidades: iniciação científica, iniciação tecnológica ou iniciação voluntária (não há bolsa). Além das tradicionais bolsas, a Unicamp destacou que fez parceria com uma empresa de produtos químicos para oferecer dez bolsas aos estudantes que tenham cursado integralmente o ProFIS (curso de ensino superior da universidade estadual voltado aos estudantes que cursaram o ensino médio em escolas públicas de Campinas) e estejam matriculados em qualquer curso de graduação da Unicamp. Neste caso, a bolsa é de R$ 900 e a opção deve ser selecionada no ato da inscrição. Serviço Mais informações estão disponíveis no site www.prp.unicamp.br/pibic, pelo e-mail pibic@reitoria.unicamp.br ou telefone (19) 3521-4891. Atividades suspensas As atividades presenciais na universidade estão suspensas até 30 de abril, em virtude dos casos do novo coronavírus. Até sexta-feira, a Secretaria Municipal de Campinas (SP) contabilizou 19 registros confirmados e 489 em investigação, enquanto outros 59 já foram descartados. Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
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28/03 - Coronavírus: pesquisadores da Unifesp doam para hospitais máscaras feitas em impressora 3D
Equipamento produzido é uma haste que segura uma folha de acetato e com isso garante maior proteção aos profissionais da saúde que estão em contato direto com pacientes infectados pela Covid-19. Voluntários fazem máscaras em impressoras 3D Um grupo de pesquisadores e voluntários da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em São José dos Campos se uniu para produzir máscaras de acetato e doar a hospitais em todo o país. O equipamento produzido por eles é uma haste que segura uma folha de acetato e com isso garante maior proteção aos profissionais da saúde que estão em contato direto com pacientes infectados pelo coronavírus (Covid-19). MAPA DO CORONAVÍRUS: as cidades com infectados e o avanço dos casos Saiba tudo sobre o novo Coronavírus Veja as principais notícias sobre o coronavírus na região De acordo com a engenheira biomédica Maria Elizete Kunkel, idealizadora do projeto, a demanda pelo item cresceu com o avanço da Covid-19 e, com isso, ele não tem sido facilmente encontrado no mercado. A pesquisadora trabalha com impressão 3D e se reuniu com um grupo para projetar um modelo de máscara que pudesse ser feito em pouco tempo para atender aos hospitais. Coronavírus: pesquisadores da Unifesp doam para hospitais máscaras feitas em impressora 3D Reprodução/ TV Vanguarda O modelo foi aprovado por equipes médicas de hospitais em São Paulo e Rio de Janeiro.A pesquisadora, então, abriu um formulário na última semana para que hospitais de todo o país solicitassem o material. A demanda até quarta-feira (25) já era de cerca de 300 mil unidades. "Eu distribuí as impressoras do meu laboratório e estamos virando os dias em uma força-tarefa para produzir os equipamentos e entregar aos hospitais. Hoje nós já temos cerca de mil pessoas cadastradas como voluntárias para reforçar a produção, entre pesquisadores e empresários em todo o país", explica. Thamires Verri, aluna de engenharia biomédica é voluntária no projeto Arquivo pessoal Uma das voluntárias é Thamires Verri, aluna de engenharia biomédica. Ela está com duas impressoras em casa, mantendo o isolamento social. "Estamos virando a madrugada. Trabalhei 19 horas para fazer trinta unidades da proteção. Nossa meta é continuar o trabalho para atender toda a demanda", comenta. Nesta semana foram distribuídas 50 unidades da proteção para o Hospital Municipal de São José dos Campos e 30 para o Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC). Todo o processo vem sendo divulgado pelas rede sociais, onde Maria Elizete também faz lives com pesquisadores para falar sobre o trabalho científico no combate a doença. Toda a mão de obra e tecnologia usada na produção é voluntária. Apesar disso, o grupo depende de doação da matéria prima e tem feito campanhas na internet. O grupo mantém uma páginas onde é possível fazer doações em dinheiro, se cadastrar para contribuir com trabalho voluntário em casa (é preciso ter uma impressora 3D) ou onde os hospitais podem pedir doações das máscaras. Pesquisadores da Unifesp doam para hospitais máscaras feitas em impressora 3D Reprodução/ Projeto Hígia Initial plugin text
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27/03 - Universidades públicas suspendem aulas virtuais em meio ao coronavírus; particulares se mobilizam contra redução de mensalidades
Falta de acesso igualitário à internet de qualidade é desafio para a educação brasileira; instituições privadas dizem aumentar gastos para implementar softwares que permitam a transmissão de aulas. Prédio da UFRJ em foto de 2015: universidade suspendeu aulas virtuais em meio à pandemia do coronavírus porque alguns alunos e professores não têm acesso igualitário à internet de qualidade. FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL via BBC Os efeitos da pandemia do novo coronavírus têm afetado a educação em todo o país. Além da suspensão de aulas para evitar aglomeração e tentar conter a transmissão da doença, diversas instituições encaram o desafio de manter a qualidade do ensino. Coronavírus: MEC autoriza aulas a distância em cursos presenciais Coronavírus faz educação a distância esbarrar no desafio do acesso à internet e da inexperiência dos alunos Ao menos três universidades públicas se manifestaram contra a educação a distância (EAD) como forma de substituir as aulas presenciais, alegando que nem todos os alunos têm acesso à internet de qualidade. Já as particulares se mobilizam contra a redução das mensalidades. Universidades públicas Na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), "as aulas em meios digitais não devem substituir as atividades presenciais." A instituição afirma que "a utilização de plataformas virtuais é permitida naquelas turmas que já faziam uso dessa tecnologia anteriormente". Segundo a UFRJ, aulas práticas não podem ser substituídas por ensino a distância. Além disso, nem todos os professores e alunos dispõem de tecnologia e acesso à internet de qualidade para implementar a substituição. A universidade também afirma que pessoas com deficiência (PCDs) precisam de recursos que ainda não podem ser oferecidos na EAD. A instituição deverá repor os dias letivos após o fim da pandemia. Na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a situação se repete. A instituição também decidiu não substituir as aulas presenciais pelas digitais. Um ofício de 20 de março afirma que a "heterogeneidade do corpo discente da UFMG não permite garantir que todos terão acesso frequente e estável aos recursos computacionais necessários para acompanhamento das atividades." A UFMG também deverá repor os dias letivos após a suspensão das aulas devido à pandemia. A Universidade de Brasília (UnB) decidiu suspender o primeiro semestre letivo de 2020. Segundo a instituição, estão paralisadas as aulas e as avaliações, mesmo que virtuais. O conteúdo será reposto quando a situação da pandemia melhorar. Ainda não há previsão de retorno das aulas. Universidades particulares Já as universidades particulares afirmam que não haverá redução da mensalidade devido às aulas virtuais implantadas para tentar reduzir a transmissão do novo coronavírus. A entidade que representa as mantenedoras do ensino superior do Brasil, Semesp, emitiu nota informando que as instituições mantêm o mesmo número de docentes e que estão aumentando as despesas instalando novos equipamentos tecnológicos, treinando professores e adquirindo licenças de uso de softwares que permitem a transmissão de aulas a distância. Segundo o Semesp, 75% das matrículas no ensino superior do país estão concentradas em faculdades e universidades particulares. São mais de 6 milhões de estudantes matriculados e mais de 390 mil professores e funcionários técnico-administrativos, segundo a instituição. Coronavírus: como lavar as mãos da forma ideal? Initial plugin text
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26/03 - Coronavírus: Unicamp recebe estrutura móvel para triagem de pacientes, consultas e leitos de UTI
Tendas para primeiro atendimento estão sendo montadas na entrada do Hospital de Clínicas. Hospital de campanha com leitos de UTI será instalado no ginásio da universidade. Região soma 25 casos confirmados de Covid-19. Unicamp recebe estrutura móvel para triagem de pacientes, consultas e leitos de UTI A Unicamp, em Campinas (SP), contará, a partir de sábado (28), com mais tendas para o primeiro atendimento, triagem, consultas e leitos de observação voltados aos pacientes com sintomas do novo coronavírus. A estrutura está sendo montada na entrada do Hospital de Clínicas (HC). Além disso, o ginásio da universidade está sendo preparado para receber ao menos 30 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs). A iniciativa é uma parceria entre o HC e a ONG Expedicionários da Saúde, que conta com apoio privado. Na terça (24), quatro toneladas de equipamentos para montagem dos leitos na Unicamp foram desembarcadas no Aeroporto Internacional de Viracopos. De acordo com atualização da Secretaria de Saúde de Campinas na tarde desta quinta-feira (26), a cidade registrou 16 casos confirmados da Covid-19 e aguarda resultados de exames de 441 pessoas que apresentaram sintomas da doença. MAPA: casos de coronavírus pelo Brasil Coronavírus: veja perguntas e respostas Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Tendas de triagem Em entrevista ao G1, o diretor executivo da área de saúde da Unicamp, Manoel Barros Bertolo, afirmou que a parceria com a ONG vai garantir atendimento 24 horas nas tendas, localizadas em frente à rampa de entrada do hospital. A estrutura contará com quatro consultórios. Médicos e profissionais da saúde voluntários da ONG vão trabalhar juntos com a equipe do HC. Atendimento será para pessoas encaminhadas pelas unidades básicas de saúde e por cidades da região por meio do referenciamento da Secretaria Estadual de Saúde. Se o paciente precisar ficar em observação, fica na tenda. Se o caso for mais grave, segue para internação no HC. A previsão é que os atendimentos comecem entre sábado (28) e segunda-feira (30). As tendas do exército, localizadas na entrada do pronto-socorro do hospital, permanecem também realizando triagem de pacientes. 26/03: Estrutura de ONG em parceria com HC da Unicamp, em Campinas, para atendimento de pacientes com sintomas de Covid-19. Reprodução/EPTV UTIs no ginásio Num primeiro momento, 30 leitos serão montados no espaço, segundo apurou a reportagem da EPTV, afiliada da TV Globo. Dependendo do aumento no número de pacientes que necessitarem de terapia intensiva, mais leitos serão preparados, podendo chegar a 100. Capacidade de internação do HC Independentemente dessa estrutura fornecida pela ONG, o HC conta com 40 leitos de UTI adulto e 20 de UTI Pediátrica, além das vagas em enfermarias. Podem ser preparados ao menos 40 outros leitos de terapia intensiva com respiradores que compõem o estoque do hospital caso a demanda de pacientes com sintomas de Covid-19 aumente durante a pandemia. Até a tarde desta quarta-feira (25), sete adultos e três crianças estavam internados da UTI. Na enfermaria, seis adultos e cinco crianças recebiam atendimento. O HC suspendeu cirurgias eletivas, consultas e procedimentos para ter médicos, enfermeiros e toda a equipe de saúde disponível para os atendimentos voltados para o novo coronavírus. Médicos e enfermeiros do HC da Unicamp fazem treinamento para atendimento nas tendas do Exército de pacientes com sintomas de coronavírus. Reprodução/EPTV Voluntários Profissionais da saúde que queiram se voluntariar para os atendimentos nas tendas podem se cadastrar pela internet. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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26/03 - Farmácia Universitária produz álcool em gel para serviços de saúde em Juiz de Fora
Material é distribuído para higienização de profissionais, que feita de forma adequada previnem e protegem também pacientes contra o coronavírus. Farmácia Universitária da Universidade Federal de Juiz de Fora Géssica Leine/Divulgação Após o avanço do novo coronavírus, a Farmácia Universitária da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) adotou medidas para minimizar o impacto na cidade. Atualmente, o local produz álcool em gel e distribui o material para os serviços de saúde do município O ponto de vacinação contra a gripe, localizado no campus, e o Hospital Universitário (HU-UFJF) foram os primeiros a serem contemplados com a produção. Cerca de 50 frascos de 125 ml de álcool em gel são produzidos por dia, a partir de insumos próprios. Segundo o diretor da Faculdade de Farmácia da UFJF, Marcelo Silvério, o produto é enviado para a proteção dos trabalhadores e, consequentemente, dos próprios pacientes. "Quando os profissionais têm condições de fazer uma boa higienização, eles protegem tanto a própria saúde, quanto daqueles que são atendidos”, explicou. Para aumentar a produção, a UFJF já autorizou a compra de mais insumos. O Hospital Universitário também busca adquirir materiais. Conforme Silvério, "a produção diária pode ser dobrada, contribuindo para maior segurança a todos", finalizou.
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26/03 - Secretaria orienta consumidores a não cancelar serviços com instituições educacionais
Nota técnica da Secretaria Nacional do Consumidor foi divulgada nesta quinta (26). Aulas em diversos estados do país estão suspensas devido ao avanço do coronavírus. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, divulgou uma nota técnica em que recomenda aos consumidores evitarem cancelar ou pedir descontos em mensalidades de instituições de ensino. A nota se refere a relações entre consumidores e instituições de ensino que tiveram as aulas suspensas pelo risco de propagação do novo coronavírus. Segundo o órgão, diversos pais e responsáveis enviaram dúvidas sobre a realização das aulas e o pagamento das mensalidades. As recomendações da Secretaria Nacional do Consumidor são: Evitar o cancelamento de serviços educacionais. Mas, caso a decisão do consumidor seja o cancelamento, a orientação é para que "sejam exauridas as tentativas de negociação do rompimento contratual, de modo a minimizar danos para todos os envolvidos na relação contratual de consumo". Evitar o pedido de desconto de mensalidades. Segundo a Senacon, a medida pode causar "um desarranjo nas escolas que já fizeram sua programação anual, o que poderia até impactar o pagamento de salário de professores, aluguel, entre outros"; Que entidades de defesa do consumidor busquem conciliação entre fornecedores e consumidores no mercado de ensino para um entendimento sem judicialização. A Senacon analisou que as instituições de ensino podem efetuar os serviços educacionais contratadas de formas alternativas, como aulas presencias em período posterior ou aulas à distância. "Nos dois casos, fica evidente que não é cabível a redução de valor das mensalidades, nem a postergação de seu pagamento. É preciso ter claro que as mensalidades escolares são um parcelamento definido em contrato, de modo a viabilizar uma prestação de serviço semestral ou anual. O pagamento poderia ocorrer em parcela única, ou em número reduzido de parcelas, mas essas opções tornariam mais difícil o pagamento pela maior parte das famílias", diz o documento. A Senacon alertou, que se houver uma prorrogação do período de quarentena, de modo a inviabilizar a prestação do serviço em momento posterior neste, será necessário ajustar o contrato entre os consumidores e as escolas. Conselho de Educação propõe aulas a distância nas escolas do DF Initial plugin text
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